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16 de fevereiro de 2021

Como você define Portugal? O que é Portugal?



No Quora aparecem por vezes questões muito interessantes, questões cujas repostas vale a pena ler, questões a que vale a pena responder.



Pergunta curiosa e nada simples de responder, caro Leonardo Cavalcanti.

Em minha opinião Portugal é três coisas e meia:
  • É um Estado Hispânico, como Espanha e Marrocos o são;
  • É uma Nação Hispânica, como Castela e a Catalunha o são;
  • É uma Língua, uma Cultura, uma Mundividência e … 
  • … cá vai a meia, é um Império Cultural.

A esse Império Cultural chamo Cultura LusÍstica, um neologismo que criei à imagem e semelhança da expressão Cultura Helenistica: Heleno, o antepassado epónimo, Cultura Helenística; Luso, o antepassado epónimo, Cultura Lusística.

E é com base nesta noção de Cultura Lusística que me atrevo a afirmar que o Padre António Vieira não era nem português nem brasileiro porque era as duas coisas, era Lusístico. E não só António Vieira, diga-se.

Sei bem que está minha ideia chocará muitos Nativistas Brasileiros, Portugueses e, já agora, Angolanos, Cabo-verdianos, etc., mas fazer o quê?






Etiqueta principal: Portugal.

2 de junho de 2020

Era uma vez um rei …




Era uma vez um rei, de seu nome Afonso (nascido em Santiago de Compostela, em 1047, e falecido em Toledo, em 1109), que teve quatro filhas e um filho.


À primeira, à Elvira (nascida por volta de 1079 e falecida depois de 1151), casou-a com Raimundo de Saint-Gilles (nascido em Tolosa, em 1045, e falecido em Trípoli, em 1105), que foi Conde de Tolosa, Duque de Narbona, Marquês da Provença e Conde de Trípoli, e de quem ela houve Afonso-Jordão (nascido em Trípoli, em 1103, e falecido em Cesareia, em 1148), que foi Conde de Trípoli, de Tolosa de Ruerga, d'Albi, de l'Agenais e du Quercy, Marquês de Gótia, de Provença e Duque de Narbona.

À segunda, à Teresa (nascida por volta de 1080 e falecida em 1130), casou-a com Henrique (nascido em Dijon, em 1066, e falecido em Astorga, em 1112, que era o sétimo e último filho de Henrique, o Donzel, primogénito e herdeiro de Roberto I, o Velho, Duque da Borgonha, e, portanto, neto de Henrique I Capeto, Rei dos Francos e Duque da Borgonha), que foi Conde Consorte de Portugal e de Coimbra, e de quem ela houve Afonso (nascido em Viseu, em 1109, e falecido em Coimbra, em 1185), que foi Rei de Portugal.

À terceira, à Urraca (nascida por volta de 1081 e falecida em 1126), casou-a com Raimundo (nascido em Besanção, em 1066, e falecido em Grajal de Campos, em 1107, que era filho de Guilherme I, o Grande, Conde da Borgonha, e irmão de Guido da Borgonha, que foi Papa, sob o nome de Calisto II, entre 1119 e 1124), que foi Conde Consorte da Galiza, e de quem ela houve Afonso (nascido em Caldas de Reis, em 1105, e falecido em Santa Elena, em 1157), que foi Rei da Galiza, de Leão, de Castela e de Toledo.

Ao quarto, ao Sancho (nascido por volta de 1093 e falecido em 1108), não o casou com ninguém porque ele faleceu, com cerca de 15 anos, na Batalha dos Sete Condes, sob as muralhas de Uclés, um ano antes do falecimento de seu pai, o rei Afonso.

À quinta, à Elvira (nascida por volta de 1100 e falecida em 1135), casou-a com Rogério (nascido em Mileto, em 1095, e falecido em Palermo, em 1154), que foi Conde da Sicília, Conde da Apúlia e Calábria, Rei da Sicília e Rei de África, e de quem ela houve cinco filhos entre os quais Guilherme, (nascido em Palermo, ou Monreale, em 1131, e falecido em Palermo, em 1166), que foi Duque da Apúlia e Calábria e Rei da Sicília.


O rei Afonso foi um grande rei e, também, um rei muito desafortunado.




Fontes







Etiqueta principal: Afonso VI de Leão.
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