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30 de setembro de 2018

The Deeper Meaning of Kavanaughkampf


The Deeper Meaning of Kavanaughkampf


By Smitty at The Other McCain on September 28, 2018


We are only as strong as our weakest link…

Should we be just a bit creeped out by the Left fetishing these SCOTUS seats?

Patriots respect all three branches set forth in the Constitution. It’s a public thing. A practical matter. It’s needful.

Keep in mind that, for the Left, which rejects God, government itself becomes a quasi-theological object. Lefties ignore the law (e.g. BHO’s administration) all the time, but note the visceral pleasure they seem to feel when saying “Trump broke THE LAW.”

Couple this government-is-‘god’ view with the Postmodern concept of Truth as a social construct. We’ve just seen a feminist shrink from California (three strikes, and that lady’s waaaaay out) decide that, nearly two score years ago, a SCOTUS nominee got all PG-13 on her.

Read more here.


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Economia Real e Economia Virtual



Economia real versus economia virtual. O ultraliberalismo global e a crise europeia.


Economia Real e Economia Virtual


Álvaro Aragão Athayde, Universidade de Coimbra


15 de Junho de 2012, versão 3



Dizem que A CRISE é económico-financeira... e eu sou engenheiro... logo estou fora da minha área de especialidade.

Estou portanto fora da minha área de especialidade... mas não sou propriamente parvo... nem inculto... e há mais de um ano a esta parte que ando a ouvir e ler sobre a economia, as finanças, a banca, a dívida, enfim, sobre A CRISE!

E a maneira como empresas e países têm perdido valor é uma coisa que verdadeiramente me maravilha!

Para explicar o que verdadeiramente me maravilha vou considerar o caso da empresa ALFA (a nossa CIMPOR, por exemplo) que vou supor que tem património, produção, clientes, vendas, receitas, depósitos bancários, enfim, tudo aquilo a que uma empresa que funciona tem direito, e, também, as respectivas acções cotadas em Bolsa.

Portanto, na minha visão de engenheiro, a empresa funciona e tem valor, VALOR REAL.

Entretanto como está cotada as suas acções têm na Bolsa um dado valor, que é o valor a que são transaccionadas, valor que vai oscilando no tempo em função da dinâmica do mercado bolsista: Se aparecerem muitos investidores interessados em comprar as acções o valor sobe, se aparecerem muitos investidores interessados em vender as acções o valor desce.

Portanto, na minha visão de engenheiro, a empresa cotada tem na Bolsa um valor diferente do VALOR REAL de que atrás falei, que designarei por VALOR BOLSISTA.

O facto de o VALOR REAL e o VALOR BOLSISTA serem diferentes é uma das coisas que permite aos investidores fazerem bons negócios em Bolsa…

Como?

Antecipando, por exemplo, uma valorização. As acções estão baixas mas a empresa tem capacidade instalada que lhe permite expandir a produção... e está a lançar-se em novos mercados. Logo tem potencial. Logo vale a pena comprar, aguardar que a empresa expanda, que as acções valorizem e, depois, vender. Ou então não vender, ficar com as acções e receber os dividendos.

Se bem percebi a mecânica é esta.

Suponhamos agora que a empresa ALFA está fisicamente localizada no país ZETA (o nosso Portugal, por exemplo), que o rating do país é cortado e que, por arrastamento, as acções da empresa ALFA desvalorizam.

Desvalorizam como?

Desvalorizam se os investidores que as possuem as colocarem no mercado para venda, fazendo com que o seu preço baixe.

Logo o VALOR BOLSISTA da empresa ALFA baixou devido ao corte do rating do país ZETA, mas o seu VALOR REAL não baixou, ficou na mesma!

Aparentemente, e mesmo que não se verifiquem quaisquer transacções, as acções podem ainda desvalorizar... só que desvalorizam em termos meramente nominais, passam a ser contabilizadas a um valor mais baixo... e esse facto acarreta que digam que o valor da empresa baixou!

Parece-me a mim que este valor, que não é o VALOR REAL da empresa ALFA, nem o seu VALOR BOLSISTA, porque não houve transacções, é um novo valor, o VALOR VIRTUAL, que só existe na cabeça das pessoas que estão enfronhadas neste assunto e nos programas de computadores que essas pessoas mandam escrever para tentarem gerir informaticamente as carteiras de investimentos.

Portanto parece que estamos na curiosíssima situação de termos programas de computadores a gerirem carteiras de investimentos e de esses programas e quem os manda fazer terem perdido o contacto com a realidade.

Entretanto devo dizer que se tivesse dinheiro consideraria esta situação de redução do VALOR VIRTUAL, seguido de pânico bolsista, seguido de redução do VALOR BOLSISTA, como a oportunidade de eleição para adquirir por tuta e meia acções de empresas com efectivo VALOR REAL…

Comentário


Segundo o Público de ontem, 14 de Junho de 2012,

Juros espanhóis batem novo recorde após mais uma baixa de rating

«Os juros implícitos das dívidas de Itália e Espanha continuavam a subir, nesta quinta-feira, um dia após a agência Moody's ter baixado o rating espanhol. As taxas prosseguem assim a subida dos últimos dias para níveis insustentáveis, com os juros espanhóis a dez anos a atingir um novo recorde, a roçar o limiar psicológico dos 7%.»

E, segundo a Antena 1 às 9 horas, os juros das obrigações de Espanha a 10 anos ultrapassou os 7% e o risco os 500 pontos base.

Mas, que eu saiba, não foi feita nenhuma emissão de obrigações por Espanha…

Logo, aparentemente, Espanha vai ter de pagar mais de 7% por obrigações que não foram emitidas... logo que não existem.

Não me digam que isto não é verdadeiramente maravilhoso!


Notas

• PDF de Economia Real e Economia Virtual, versão 3, de 15 de Junho de 2012.
Economia real versus economia virtual. O ultraliberalismo global e a crise europeia.

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29 de setembro de 2018

Monismo & Dualismo

o dualismo e as suas consequências


Monismo & Dualismo


A Cultura Galo-Romano-Germânica – usualmente designada por Cultura Europeia, Cultura Euramericana ou Cultura Ocidental – é uma Cultura Dualista.

E é uma cultura dualista porque a sua forma de ver o mundo e a vida, a sua mundividência, se baseia em pares supostamente opostos, irredutíveis entre si e incapazes de uma síntese final ou de recíproca subordinação 

  • Branco, Preto;
  • Capitalista, Comunista;
  • Conservador, Progressista;
  • Dia, Noite;
  • Eleito, Danado;
  • Homem, Mulher;
  • Fiel, Infiel;
  • Judeu, Gentio;
  • Monárquico, Republicano;
  • Ricos, Pobres;
  • Salvo, Perdido;
  • …   …   …   …   …
e muitos outros pares que me dispenso de enumerar.

Pese embora isto aconteça esta cultura afirma-se Judaico-Cristã coisa que não é, nem pode ser, porque as Religiões Abraâmicas são Monistas.

Toda a política identitária (em inglês: identity politics) se baseia na suposição de que o nosso grupo, o grupo com que nos identificamos, e os outros grupos, os grupos com que não nos identificamos, são opostos, irredutíveis entre si, incapazes de uma síntese final, ou de recíproca subordinação, e que, portanto, o nosso destino colectivo é a Guerra Eterna.




Origem da imagem






Etiqueta principal: Filosofia.

27 de setembro de 2018

Cultura Portuguesa, uma Cultura de Resistência

Cromeleque dos Almendres
Uma imagem pouco usual, aquando do nevão de 2006.


Comecei ontem a ler outra obra de Miguel Real, Fátima e a Cultura Portuguesa – que ainda não acabei mas que já me introduziu ao conceito de numinoso, conceito que desconhecia –, e hoje, no Coimbra Shopping, um sítio luminoso mas não numinoso, tive uma um momento heureca!
A Cultura Portuguesa é uma Cultura de Resistência!
e não o é há um lustro, dez lustros, cem lustros, é-o há dois milénios, pelo menos!!!

Realmente desde há pelo menos dois milénios que os habitantes do
Oestreminis resistem teimosa e persistentemente às diversas intelligentsias estrangeiradas que, considerando-se iluminadas e considerando-os atrasados, ineptos, ou ambas as coisas, 
pretendem “adiantá-los”, ou “aptificá-los” e, de caminho, obrigá-los a deixarem de ser quem são.

Entretanto, e curiosamente, essa persistente e teimosa resistência tem sido, historicamente falando, mais passiva que activa.

O Zé Povinho ouve atenta e respeitosamente o que os iluminados senhores barões, doutores e coronéis lhe dizem, ou lhe gritam, e assim que os ditos viram costas, para regressarem às lisboas e às bruxelas deste mundo, faz-lhes um dos seus proverbiais manguitos e, manguito feito, faz o que muito bem entende.

Em termos práticos o caldo só se entorna quando os iluminados senhores barões, doutores e coronéis resolvem recorrer ao pau de marmeleiro.


A oliveira mais antiga de Portugal nasceu há 3350 anos










Etiqueta principal: Guerra Cultural.

Migração em Massa

Migração em Massa


Imagine o leitor que se encontra numa planície, numa campina verdejante, e que vê surgir um ponto na distância, ponto que vai crescendo até se transformar em cavalos, três cavalo brancos, que passam por si a uma distância de dez, vinte, metros, e que, depois, se vão afastando, diminuindo de tamanho, até serem novamente um ponto na distância.

três cavalos brancos

Lindo não é?

A campina verdejante. Os cavalos brancos. Bucólico. Lindo!

Agora imagine o leitor que o ponto na distância se transforma em trinta cavalos, não em três, trinta cavalos que passam por si com estrépito à mesma distância de dez, vinte, metros, para depois se irem afastando até sumirem na distância.

Ficaria com a mesma impressão de bucolismo, de beleza, ou ficaria inquieto com a pequena distância a que a manada passava do ponto em que se encontrava?

Agora imagine o leitor que o ponto na distância se transformava em trezentos cavalos – não três, não trinta, trezentos! –, e que a manada passava aos mesmos dez, vinte, metros do ponto em que se encontrava.

Seria bucólico e lindo? Seria inquietaste? Seria aterrorizador?

Agora imagine o leitor que o ponto na distância se transformava em três mil cavalos – não três, não trinta, não trezentos, três mil!!! –, e que, milagre!, aquela colossal massa de carne em movimento passava aos tais dez, vinte, metros, do ponto em que se encontrava.

Borrava-se, não?

A expressão “migração em massa" é isto que quer dizer.

No caso dos migrantes que se têm arriscado a cruzar o Mediterrâneo não são três, não são trinta, não são trezentos, não são três mil, são mais, são na casa das centenas de milhar.

P.S. Quando são três cavalos dá para reparar na cor – se são brancos, baios, pretos –, mas quando são trinta, trezentos, três mil, a cor deixa de ser importante, são muitos! São muitos e o importante é que são muitos.


Referências
Migração de Animais (Wikipédia, a enciclopédia livre)
Migração de Mamíferos (Wikipédia, a enciclopédia livre)
Migração Humana (Wikipédia, a enciclopédia livre)
Crise Migratória na Europa (Wikipédia, a enciclopédia livre)
Mais de 100 mil atravessaram o Mediterrâneo desde Janeiro (Diário de Notícias, 04 Julho 2017)
Cavalo Branco Três 3 Correndo Animais imagens 3840x2160 (1ZOOM.Me) 


Nota
• 2018.06.24.18.50 data-hora da publicação original no Facebook.

Temas principaisMigrações, Europa, Política.
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Parva que Sou — Deolinda


Parva que Sou — Deolinda no Coliseu dos Recreios 2011


Parva que Sou — Deolinda no Coliseu dos Recreios 2011

Sou da geração "sem-remuneração"
E nem me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!

Porque isto está mau e vai continuar,
Já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!

E fico a pensar: que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração "casinha-dos-pais",
Se já tenho tudo, p´ra quê querer mais?
Que parva que eu sou!

Filhos, marido, estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar,
Que parva que eu sou!

E fico a pensar: que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração "vou-queixar-me-p´ra-quê?"
Há alguém bem pior do que eu na tv.
Que parva que eu sou!

Sou da geração "eu-já-não-posso-mais-que-esta-situação-dura-há-tempo-demais!"
E parva não sou!

E fico a pensar, que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar

Música e Letra: Pedro da Silva Martins
Arranjo: Deolinda 
Músicos:
Ana Bacalhau - Voz
Luís José Martins - Guitarra 
Pedro da Silva Martins - Guitarra 
Zé Pedro Leitão - Contrabaixo
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Versão dos Homens da Luta


😛 😜 😝 😆 🤣

Obrigado Deolinda, pá!!!



Eiqueta principal: Música.
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26 de setembro de 2018

Um blogue? Porquê?

Sim, porquê um blogue? 

Não estava bem no Facebook? 

Até que estava… só que o Facebook expulsou-me!


Captura de ecrã 2018-09-26, às 07.20.58


Destruiu primeiro o meu perfil Álvaro Aragão Athayde, o antigo, depois o perfil, Álvaro Athayde, o novo, e agora não me deixa construir outro. 

Fui para a Lista Negra do Facebook!

E porquê?

Bom, o porquê não sei ao certo…

Quando da destruição do perfil Álvaro Aragão Athayde, o perfil mais antigo, o Facebook pediu-me lhe enviasse uma fotocópia de um documento de identificação pessoal. Fotocópia que não enviei e pedido que, infelizmente, não documentei.

Quando da destruição do perfil Álvaro Athayde, o perfil mais recente, o Facebook disse 
Para voltares ao Facebook carrega uma foto que mostre a tua face por completo. Certifica-te que a foto tem boa iluminação e não está desfocada. Não pode estar mais ninguém na foto.
Depois de confirmarmos que é tu, eliminaremos a foto de forma permanente. Não vai aparecer no teu perfil.
Foto que não enviei e pedido que documentei, como podem verificar observando a imagem da captura de ecrã que acima publico.

Mas se não sei ao certo porque é que o Facebook me expulsou e me põs na sua lista negra tenha fortes razões para estar convencido que foi por causa de publicações relacionada com a Guerra na Síria, particularmente com o abate do IL-20 da Força Aérea Russa.

No que concerne ao que se passa com o Facebook vale a pena ler as seguintes publicações:






Etiqueta principal: Censura.