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27 de março de 2019

Nova Fotografia do Perfil

No mercado de Aileu, Timor, a caminho de Hato Builico e do Tatamailau, 2002.


Usava neste blogue o perfil que tinha no Google Plus (G+).

Mas como o G+ vai ser descontinuado deixei de o poder usar.

Vi-me pois forçado a criar um novo perfil, um perfil novinho em folha.

E para um novo perfil, um perfil novinho em folha, nada como uma fotografia antiga!

Uma fotografia antiga, mas importante.

Importante porque lembra coisas que não esquecem.

Em 2002 Timor ainda cheirava a queimado e não havia pássaros.

Não havia pássaros porque que tinham fugido todos e ainda não tinham voltado!


De Dili a Hatu-Builico com uma pernoita em Maubisse e outra em Hatu-Builico.
A escalada começou às 4 da manhã e só os mais novos chegaram ao topo antes das 6. 


Nascer do Sol, visto por quem subia pela encosta oeste, 
de Hatu-Builico, a 1.950 metros, para o topo 
do Tatamailau a 2.963 metros
.


Hatu-Builico, a 1.950  metros, vista do topo do Tatamailau, a 2.963 metros.


Ataúro vista do topo do Tatamailau.



Referências
  1. "Osttimor". Wikipedia, die freie Enzyklopädie. Diese Seite wurde zuletzt am 14. März 2019 um 09:40 Uhr bearbeitet. Abgerufen am 22. März 2018 um 22:37 Uhr.
  2. "Tatamailau". Wikipedia, die freie Enzyklopädie. Diese Seite wurde zuletzt am 12. Dezember 2018 um 17:28 Uhr bearbeitet. Abgerufen am 22. März 2018 um 20:31 Uhr.
  3. "Universidade Nasionál Timór Lorosa'e". Diese Seite wurde zuletzt am 15. Januar 2019 um 12:49 Uhr bearbeitet. Abgerufen am 22. März 2018 um 20:40 Uhr.
  4. "Programa CRUP/FUP de Cooperação com Timor Leste. Abertura de manifestação de interesse para leccionar na UNTL. Ano Lectivo 2006/07.". Fundação das Universidades Portuguesas. Publicado no 1.º semestre de 2006. Recuperado a 27 de março de 2019, ás 22:59. Cópia aqui.


Etiqueta principal: Gestão do blogue "coisas & loisas".
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18 de março de 2019

Declarações de Guerra — Vasco Luís Curado

QUARENTA E OITO ESTÓRIAS

SOBRE A GUERRA COMO ELA FOI


A introdução reflecte, por um lado, a Doutrinação Abrilista a que o autor foi submetido e, por outro lado, uma ainda pouco usual capacidade de apreciação crítica da dita Doutrinação.



na contra-capa

Relatos dos portugueses que lutaram pela pátria – e que a pátria esqueceu.

Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram – e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam.

De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra.

Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.


na badana da capa

VASCO LUÍS CURADO

nasceu em 1971. Publicou um livro de contos, A Casa da Loucura (1999), a novela O Senhor Ambíguo (2001) e os romances A Vida Verdadeira (2010), Gare do Oriente (2012) e O País Fantasma (2015). É psicólogo clínico, pelo ISPA, e publicou, na área da psicopatologia, a obra Sonho, Delírio e Linguagem (2000). Depois de trabalhar dez anos num hospital militar, tem mantido contacto profissional, desde há outros dez, com combatentes da Guerra Colonial, recolhendo os testemunhos e histórias que deram origem ao livro Declarações de Guerra, cujo princípio motivador é contribuir para um reconhecimento impedido por divisões profundas na sociedade portuguesa, mais interessada na integração na Europa do que no seu passado colonial: o (re)conhecimento das experiências e memórias dos combatentes, ajudando-os num outro combate, o esquecimento a que são votados.


na badana da contracapa

«No penúltimo dia de uma operação no leste de Angola, em dezembro de 1971, vimos um trilho recente e fomos emboscá-lo. Tentei um sítio para me encostar a uma árvore. Vimos quatro ou cinco guerrilheiros a vir, um tinha quase dois metros de altura, com uma barbicha e um casaco de cabedal. Eu e outros disparámos a trinta metros, por entre as árvores. Não o conseguimos matar. Eles deram tiros também e cavaram dali. Andámos duzentos metros e vimos sangue nos arbustos, mas ninguém morto. Eles conseguiam andar quilómetros a sangrar.»



Fontes
  1. "Álvaro Athayde's Reviews > Declarações de Guerra: Histórias em Carne Viva da Guerra Colonial". Goodreads. Published on March 17, 2019. Retrieved on March 18, 2019.
  2. "Declarações de Guerra". Guerra e Paz. Sem data de publicação. Recuperada a 18 de Março de 2019.
  3. "Declarações de Guerra: Histórias em carne viva da Guerra Colonial de Vasco Luís Curado". Wook. Sem data de publicação. Recuperado a a 18 de Março de 2019.
  4. Vasco Luís Curado – Site oficial. Sem data de publicação. Recuperada a 18 de Março de 2019.


Referências
  1. "Guerra Colonial: Memórias estilhaçadas". e-cultura.pt 2019Sem data de publicação. Recuperada a 18 de Março de 2019, ás 14:37.
  2. "Livro de Vasco Curado faz 48 "retratos em carne viva" da guerra colonial". Lusa. Diário de Notícias. Publicado a 20 de Fevereiro de 2019, às 15:58. Recuperado a 18 de Março de 2019, às 15:58.
  3. "Portugal: Um livro contra o silêncio sobre a guerra colonial". João Carlos (Lisboa). Deutsche WellePublicado a 22 de Fevereiro de 2019. Recuperado a 18 de Março de 2019.
  4. "A Guerra do Ultramar, escrita por quem a combateu (I)". Miguel Machado. Publicado a 19 de Agosto de 2015. Recuperado a 18 de Março de 2019, às 15:58.
  5. "Carlos Acabado, Piloto-Aviador: "A Guerra [Ultramar] estava ganha, não tenho a menor dúvida"". Isabel Tavares. SAPO 24. Publicado a 19 de Abril de 2018. Recuperada a 18 de Março de 2019.
  6. "Guerra Colonial Portuguesa". Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 16h08min de 16 de março de 2019. Recuperada às 14h25min de 18 de março de 2019.
  7. "Tudo sobre: Guerra Colonial". Observador. Etiqueta em permanente actualização. Recuperada a 18 de Março de 2019, ás 14:32.

Etiqueta principal: História.
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