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2 de abril de 2019

Foli é Ritmo. Tudo é Ritmo.

FOLI (não há movimento sem ritmo) 
versão original de Thomas Roebers e Floris Leeuwenberg.


Foli é Ritmo.
Tudo é Foli, tudo é Ritmo.


Dedicado ao povo de Baro. Por favor partilhe.

A vida tem um ritmo, está em constante movimento.
A palavra para ritmo (usada pelas tribos de mandingas) é FOLI.
É uma palavra que abrange muito mais do que tocar bateria, dançar ou tanger.
Encontramo-la em toda a parte na vida diária.
Neste filme não apenas ouvirá e sentirá o ritmo, vê-lo-á.
É uma mistura extraordinária de imagem e som que 
alimenta os sentidos e nos lembra a todos 
como ele é essencial.


FOLI (there is no movement without rhythm)
original version by Thomas Roebers and Floris Leeuwenberg.


Os Mandingas são um dos grupos etno-linguísticos da Guiné-Bissau (oficialmente República da Guiné-Bissau), antiga Guiné Portuguesa (oficialmente Província Ultramarina da Guiné da República Portuguesa), estando, actualmente, o seu número estimado em cerca de duzentos mil, 13% da população daquele estado.


É curiosa a semelhança entre as palavra “foli” e “folia”.

Um Mapa da África Ocidental
mostrando os Povos Mandinga, línguas e influência (1906).

Os contactos dos povos da Diocese da Hispânia (298–409) com os povos do Alto Níger são muito antigos, anteriores à data da criação dessa Diocese Romana, e prolongaram-se, sem qualquer interrupção, até aos dias de hoje.

Atlas Catalão atribuído a Abraão CresquesDetalhe da Folha 6 mostrando Mansa Musa, Imperador do Mali, um mandinga, sentado num trono e segurando uma moeda de ouro (1375).


Fontes
  1. FOLI (there is no movement without rhythm) original version by Thomas Roebers and Floris Leeuwenberg”. Thomas Roebers. YouTube. Publicado a 25/10/2010. Recuperado a 02/04/2019.
  2. Mandinka people”. Wikipedia. This page was last edited on 26 March 2019, at 09:46 (UTC). Retrieved on 02 April 2019, at 15:26 (UTC).
  3. Demografia da Guiné-Bissau”. Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 23h32min de 12 de novembro de 2017. Recuperada às 15h41min de 02 de abril de 2019

Referências
  1. Diocese da Hispânia”. Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 23h50min de 13 de julho de 2017. Recuperada às 16h01min de 02 de abril de 2019.
  2. Historia de Marruecos: Dinastía almorávide (c. 1060-1147)”. Wikipédia. Esta página se editó por última vez el 9 ene 2019 a las 15:55. Recuperada el 2 abril 2019 a las 16:10.
  3. Império do Gana”. Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 16h15min de 19 de março de 2019. Recuperada às 16h26min de 02 de abril de 2019.
  4. Império do Mali”. Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 14h48min de 4 de março de 2019. Recuperada às 16h29min de 02 de abril de 2019.
  5. Mansa Musa”. Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 00h58min de 2 de março de 2019. Recuperada às 16h33min de 02 de abril de 2019.
  6. Abraão Cresques”. Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 10h19min de 13 de abril de 2018. Recuperada às 16h40min de 02 de abril de 2019.

Observações
  • Primeira versão publicada, às 18:15 de 15-11-2017, no descriado Facebook Profile “Álvaro Aragão Athayde”.



Etiqueta principal: Ritmo.
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18 de março de 2019

Declarações de Guerra — Vasco Luís Curado

QUARENTA E OITO ESTÓRIAS

SOBRE A GUERRA COMO ELA FOI


A introdução reflecte, por um lado, a Doutrinação Abrilista a que o autor foi submetido e, por outro lado, uma ainda pouco usual capacidade de apreciação crítica da dita Doutrinação.



na contra-capa

Relatos dos portugueses que lutaram pela pátria – e que a pátria esqueceu.

Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram – e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam.

De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra.

Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.


na badana da capa

VASCO LUÍS CURADO

nasceu em 1971. Publicou um livro de contos, A Casa da Loucura (1999), a novela O Senhor Ambíguo (2001) e os romances A Vida Verdadeira (2010), Gare do Oriente (2012) e O País Fantasma (2015). É psicólogo clínico, pelo ISPA, e publicou, na área da psicopatologia, a obra Sonho, Delírio e Linguagem (2000). Depois de trabalhar dez anos num hospital militar, tem mantido contacto profissional, desde há outros dez, com combatentes da Guerra Colonial, recolhendo os testemunhos e histórias que deram origem ao livro Declarações de Guerra, cujo princípio motivador é contribuir para um reconhecimento impedido por divisões profundas na sociedade portuguesa, mais interessada na integração na Europa do que no seu passado colonial: o (re)conhecimento das experiências e memórias dos combatentes, ajudando-os num outro combate, o esquecimento a que são votados.


na badana da contracapa

«No penúltimo dia de uma operação no leste de Angola, em dezembro de 1971, vimos um trilho recente e fomos emboscá-lo. Tentei um sítio para me encostar a uma árvore. Vimos quatro ou cinco guerrilheiros a vir, um tinha quase dois metros de altura, com uma barbicha e um casaco de cabedal. Eu e outros disparámos a trinta metros, por entre as árvores. Não o conseguimos matar. Eles deram tiros também e cavaram dali. Andámos duzentos metros e vimos sangue nos arbustos, mas ninguém morto. Eles conseguiam andar quilómetros a sangrar.»



Fontes
  1. "Álvaro Athayde's Reviews > Declarações de Guerra: Histórias em Carne Viva da Guerra Colonial". Goodreads. Published on March 17, 2019. Retrieved on March 18, 2019.
  2. "Declarações de Guerra". Guerra e Paz. Sem data de publicação. Recuperada a 18 de Março de 2019.
  3. "Declarações de Guerra: Histórias em carne viva da Guerra Colonial de Vasco Luís Curado". Wook. Sem data de publicação. Recuperado a a 18 de Março de 2019.
  4. Vasco Luís Curado – Site oficial. Sem data de publicação. Recuperada a 18 de Março de 2019.


Referências
  1. "Guerra Colonial: Memórias estilhaçadas". e-cultura.pt 2019Sem data de publicação. Recuperada a 18 de Março de 2019, ás 14:37.
  2. "Livro de Vasco Curado faz 48 "retratos em carne viva" da guerra colonial". Lusa. Diário de Notícias. Publicado a 20 de Fevereiro de 2019, às 15:58. Recuperado a 18 de Março de 2019, às 15:58.
  3. "Portugal: Um livro contra o silêncio sobre a guerra colonial". João Carlos (Lisboa). Deutsche WellePublicado a 22 de Fevereiro de 2019. Recuperado a 18 de Março de 2019.
  4. "A Guerra do Ultramar, escrita por quem a combateu (I)". Miguel Machado. Publicado a 19 de Agosto de 2015. Recuperado a 18 de Março de 2019, às 15:58.
  5. "Carlos Acabado, Piloto-Aviador: "A Guerra [Ultramar] estava ganha, não tenho a menor dúvida"". Isabel Tavares. SAPO 24. Publicado a 19 de Abril de 2018. Recuperada a 18 de Março de 2019.
  6. "Guerra Colonial Portuguesa". Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 16h08min de 16 de março de 2019. Recuperada às 14h25min de 18 de março de 2019.
  7. "Tudo sobre: Guerra Colonial". Observador. Etiqueta em permanente actualização. Recuperada a 18 de Março de 2019, ás 14:32.

Etiqueta principal: História.
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