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9 de março de 2019

Feminismo, Homossexualismo, Maternalismo



Feminismo
O feminismo é a ideologia que defende o direito de os humanos do sexo feminino serem iguais aos humanos do sexo masculino e, como estes, não parirem.


Homossexualismo
O homossexualismo é a ideologia que defende o direito de os humanos do sexo feminino serem do sexo masculino, bem como o direito de os humanos do sexo masculino serem do sexo feminino e, também, o de nem uns nem os outros parirem.


Maternalismo
O maternalismo é a ideologia que defende o direito de os humanos do sexo feminino parirem e serem socialmente bem vistos, considerados, respeitados, remunerados, por o fazerem.


Qual destas ideologias garante a não extinção dos humanos?




Fontes
  1. Gravidez Grávida Mãe - Gráfico vetorial grátis no Pixabay”. Pixabay. Publicada a 17 de Setembro de 2017. Recuperada a 09 de Março de 2019. Cortada a 09 de Março de 2019.
  2. O método que, há 5 anos, deixa mães juntinho do recém-nascido”. Paula Maciulevicius. xx. Publicada a 22 de Janeiro de 2013, às 12:17. Recuperada a 09 de Março de 2019, às 17:25.


Etiqueta principal: Eugenismo.
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7 de março de 2019

Ti Celito em Luanda


Ti Celito no Carnaval de Luanda,...!!! 😛


interrogado pelos racistas sobre as jamaicas desta vida Ti Cielito respondeu com uma pérola

O que neste momento é significativo não são os irritantes do passado, nem os insignificantes do presente, são os importantes do futuro.

pérola a que acrescentou, pouco depois, um diamante

A diferença entre um político e um estadista é que um político preocupa-se com os insignificantes, e um estadista com os importantes.

os racistas passaram-se dos carretos

Mapa dos Reinos do Congo, Angola e Benguela, com os Países Vizinhos, 1754.


O Reino de Angola e o Reino de Benguela eram, na data da publicação do mapa (o ano anterior ao do Grande Terramoto de Lisboa) reinos da Coroa de Portugal, isto é, reinos cujo rei era o Rei de Portugal (à época Dom José I, o Reformador).

Os demais reinos que figuram no mapa eramnessa data, reinos independentes.


Jorge Ben 
Caetano Veloso


Fontes
  1. Ti Celito no Carnaval de Luanda,...!!! :P”. Paul Henry. YouTube. 05 de Março de 2019.
  2. Marcelo furou programa e fugiu para o desfile de Carnaval”. Rita Dinis. Observador. 05 de Março de 2019, às 16:38.
  3. Marcelo chega confiante a Angola e considera “uma insignificância” notícias sobre bairro Jamaica”. Lusa. Público. 05 de Março de 2019, às 17:27.
  4. File:Congo map 1754.jpg.Wikimedia Commons. This page was last edited on 30 October 2015, at 18:15. Retrieved on 07 March 2019, at 12:24.


Referência


Etiqueta principal: Angola.
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11 de fevereiro de 2019

Fernando Pessoa, o escravocrata racista

Luzia Moniz (imagem Angop)



Um artigo de Luzia Moniz, publicado no Jornal de Angola e republicado por G. Patissa no blogue Angola, Debates & Ideias, e um comentário de Álvaro Aragão Athayde, publicado no referido blogue.



CPLP escolhe
escravocrata racista para projecto juvenil

Aos 28 anos escreveu: “A escravatura é lógica e legítima; um zulu (negro da África do Sul) ou um landim (moçambicano) não representa coisa alguma de útil neste mundo. Civilizá-lo, quer religiosamente, quer de outra forma qualquer, é querer-lhe dar aquilo que ele não pode ter.

Por Luzia Moniz no Jornal de Angola a 10 de Fevereiro, 2019

O legítimo é obrigá-lo, visto que não é gente, a servir aos fins da civilização. Escravizá-lo é que é lógico. O degenerado conceito igualitário, com que o cristianismo envenenou os nossos conceitos sociais, prejudicou, porém, esta lógica atitude”.

Em 1917, aos 29 anos continua: “A escravatura é a lei da vida, e não há outra lei, porque esta tem que cumprir-se, sem revolta possível. Uns nascem escravos, e a outros a escravidão é dada.”

Aos 40 anos consolida a sua ideologia racista, escrevendo: “Ninguém ainda provou que a abolição da escravatura fosse um bem social”. E ainda: “Quem nos diz que a escravatura não seja uma lei natural da vida das sociedades sãs”?

Fernando Pessoa, dono desse ignóbil pensamento, é a figura escolhida pela CPLP para patrono de um projecto de intercâmbio universitário no Espaço de Língua Portuguesa. Essa iniciativa, cópia do programa europeu Erasmus, visa a educação, formação e mobilidade de jovens do espaço de língua portuguesa, oferecendo-lhes oportunidades de estudo, aquisição de experiência e voluntariado por um período curto num dos países da CPLP à sua escolha. Que Portugal, país onde a mentalidade esclavagista fascista ainda é dominante, tenha escolhido promover, branquear essa figura sinistra não me espanta. Agora, o que verdadeiramente me deixa perplexa é a aceitação pelos países africanos, as vítimas da escravatura.

Se foi para a isso que Portugal fez a guerra para assumir o secretariado executivo da CPLP, tudo indica que a coisa começa mal.

Denunciei isso mesmo, esta quarta-feira, na Assembleia da República de Portugal, durante a cerimónia de abertura do ano da CPLP para a Juventude, onde estavam deputados portugueses, governantes dos Estados da CPLP, jovens, activistas, intelectuais e académicos afro-descendentes, brasileiros, portugueses e africanos.

Não sei se Pessoa é ou não bom poeta. Isso pouco interessa para o caso. A minha inquietação é o uso da CPLP para branquear o pensamento de um acérrimo defensor do mais hediondo crime contra a Humanidade: a escravatura.

Atribuir o seu nome a um projecto que envolve jovens, descendentes dos escravizados, configura um insulto fascista.

Na AR alguém, para tentar justificar o injustificável, alegou que as convicções esclavagistas fascistas de Pessoa reflectem o pensamento da sua época, ignorando que, por exemplo, Eça de Queirós, contemporâneo de Pessoa, era contra a Escravatura e que, quando Pessoa escreve tais alarvidades, já a escravatura tinha sido abolida oficialmente. Outros diziam que precisamos de olhar para o futuro, esquecendo o passado. Como se Pessoa fosse futuro. Pessoa representa o que é preciso combater hoje para defender o futuro. Como construir um futuro salutar sem olhar para os erros do passado?

E se nos cingirmos apenas ao “pensamento da época”, qualquer dia temos o nome de outro colonialista-fascista António de Oliveira Salazar atribuído ao Conselho de Finanças da CPLP, com o argumento de que “tinha as contas em ordem” e de que foi “fascista à época”.

Se se pretende criar uma comunidade envolvendo as populações e não se limitando aos políticos, mais ou menos distraídos, é imperativo que o nome de Fernando Pessoa não figure em projectos comuns. Em sua substituição, sugeri Mário Pinto de Andrade, académico, um dos mais brilhantes intelectuais do espaço de língua portuguesa. Angolano que iniciou o seu percurso académico em Angola, passando por Portugal antes de ser ministro da Informação e Cultura na Guiné Bissau, que teve passaporte cabo-verdiano e deu aulas em Moçambique.

Espera-se dos países africanos membros que revertam essa situação, opondo-se ao nome de Fernando Pessoa, mesmo que com esse digno gesto se crie um novo irritante. Os irmãos de Cabo verde, que neste momento presidem a CPLP, têm uma responsabilidade acrescida nesta questão. Se Portugal olha para a CPLP como um instrumento de dominação dos outros, cabe-nos a nós, africanos, impedir que isso aconteça.



Emigre para os EUA, cara Luzia Moniz

Por Álvaro Aragão Athayde em Angola, Debates & Ideias a 11 de Fevereiro de 2019, às 00:33 

Que Luzia Moniz afirme, cito Não sei se Pessoa é ou não bom poeta. Isso pouco interessa para o caso., diz quanto necessita de ser dito.

Recomendo vivamente a Luzia Moniz que emigre para os Estados Unidos da América onde, estou certo, se sentirá menos descriminada.



Fontes
  1. "CPLP escolhe escravocrata racista para projecto juvenil", Luzia Moniz, Jornal de Angola a 10 de Fevereiro, 2019.
  2. "Luzia Moniz contesta figura de Pessoa | CPLP escolhe escravocrata racista para projecto juvenil", G. Patissa, Angola Debates e Ideias, 10 de Fevereiro, 2019.


Etiqueta principal: Pós-Neocolonialismo.
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