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19 de dezembro de 2020

Jesus ⁉️

Lobo disfarçado de Cordeiro


Recebi hoje o vídeo abaixo acompanhado da seguinte mensagem 

Sei que isto pode parecer blasfemo o que pode incomodar alguns membros deste grupo.
Mas vale mesmo a pena. 
Só tenho pena de não saber quem é o comediante.



Jesus


É certo se trata de uma caricatura 

Caricatura é um desenho de um personagem da vida real, tal como políticos e artistas. Porém, a caricatura enfatiza e exagera as características da pessoa de uma forma humorística, assim como em algumas circunstâncias acentua gestos, vícios e hábitos particulares em cada indivíduo. Ser caricato é ser objeto de comicidade, ironia ou ter algo peculiar na face ou no corpo, levados ao exagero, à sátira jocosa ou como crítica de costumes.

mas o caricaturista não inventa as características do caricaturado. Enfatiza-as, exagera-as, mas não a inventa. E todos sabemos que existem pessoas que se dizem Cristãs e que partilham com a monja porteira as característica e concepções caricaturadas.


Mas será que a mensagem de Jesus foi 

Ou me amas ou vais para as chamas eternas!

Será?


Se foi…
Como é possível que tal mensagem tenha ganho o número de adeptos que ganhou?


Se não foi…
Como é possível se tenha chegado a “isto”?


E tendo-se chegado a “isto” espanta que quem tenha dois dedos de testa fuja a sete pés desta divindade aterrorizadora e dos seus adeptos e servidores?




Etiqueta Principal: Pseudo-Cristianismo.

12 de abril de 2020

A Boa Nova é «Ressuscitou!»

Febo e Vénus
Apolo e Afrodite
Sol e Amor



Passado o sábado, Maria de Magdala, Maria, mãe de Tiago, e Salomé compraram perfumes para ir embalsamá-lo. De manhã, ao nascer do sol, muito cedo, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro.

Diziam entre si: «Quem nos irá tirar a pedra da entrada do sepulcro?» Mas olharam e viram que a pedra tinha sido rolada para o lado; e era muito grande. Entrando no sepulcro, viram um jovem sentado à direita, vestido com uma túnica branca, e ficaram assustadas. 

Ele disse-lhes: «Não vos assusteis! Buscais a Jesus de Nazaré, o crucificado? Ressuscitou; não está aqui. Vede o lugar onde o tinham depositado. Ide, pois, e dizei aos seus discípulos e a Pedro: ‘Ele precede-vos a caminho da Galileia; lá o vereis, como vos tinha dito'.» Saíram, fugindo do sepulcro, pois estavam a tremer e fora de si. E não disseram nada a ninguém, porque tinham medo.

Tendo ressuscitado de manhã, no primeiro dia da semana, Jesus apareceu primeiramente a Maria de Magdala, da qual expulsara sete demónios. Ela foi anunciá-lo aos que tinham sido seus companheiros, que viviam em luto e em pranto. Mas eles, ouvindo dizer que Jesus estava vivo e fora visto por ela, não acreditaram.

Depois disto, Jesus apareceu com um aspecto diferente a dois deles que iam a caminho do campo. Eles voltaram para trás a fim de o anunciar aos restantes. E também não acreditaram neles. 

Apareceu, finalmente, aos próprios Onze quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e a dureza de coração em não acreditarem naqueles que o tinham visto ressuscitado.






Fontes





Etiqueta principal: Páscoa da Ressurreição.
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22 de março de 2019

Bandeira do Divino — Ivan Lins & CAO-UC

Símbolo comumente usado na Festa do Divino Espírito Santo.


Ivan Lins
Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra

bandeira do divino




Os devotos do Divino
Vão abrir sua morada
Pra bandeira do menino
Ser bem-vinda, ser louvada, ai, ai

Os devotos do Divino
Vão abrir sua morada
Pra bandeira do menino
Ser bem-vinda, ser louvada, ai, ai

Deus nos salve esse devoto
Pela esmola em vosso nome
Dando água a quem tem sede,
Dando pão a quem tem fome, ai, ai

Deus nos salve esse devoto
Pela esmola em vosso nome
Dando água a quem tem sede,
Dando pão a quem tem fome, ai, ai

A bandeira acredita
Que a semente seja tanta
Que essa mesa seja farta,
Que essa casa seja santa, ai, ai

A bandeira acredita
Que a semente seja tanta
Que essa mesa seja farta,
Que essa casa seja santa, ai, ai

Que o perdão seja sagrado
Que a fé seja infinita
Que o homem seja livre,
Que a justiça sobreviva, ai, ai

Que o perdão seja sagrado
Que a fé seja infinita
Que o homem seja livre,
Que a justiça sobreviva, ai, ai

Assim como os três reis magos
Que seguiram a estrela guia
A bandeira segue em frente
Atrás de melhores dias, ai, ai

Assim como os três reis magos
Que seguiram a estrela guia
A bandeira segue em frente
Atrás de melhores dias, ai, ai

No estandarte vai escrito
Que ele voltará de novo
Que o rei será bendito
Ele nascerá do povo, ai, ai

No estandarte vai escrito
Que ele voltará de novo
Que o rei será bendito
Ele nascerá do povo, ai, ai


Figura XIb do manuscrito "Liber Figurarum", "Livro das Figuras"
do Abade Joaquim de Fiore (1135-1202) simbolizando em três círculos a "Santíssima Trindade".



Fontes
  1. "Bandeira do Divino - Antigos Orfeonistas com Ivan Lins". YouTube. Publicado por Patrick Mendes a 31/12/2011. Recuperado a 22/03/2019.
  2. "Ivan Lins". Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 17h46min de 22 de fevereiro de 2019. Recuperada às 17h47min de 22 de março de 2019.
  3. "Vítor Martins". Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 13h54min de 24 de outubro de 2018. Recuperada às 17h49min de 22 de março de 2019.
  4. "Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra". Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 03h40min de 28 de abril de 2015. Recuperada às 17h51min de 22 de março de 2019.
  5. "Festa do Divino Espírito Santo". Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 00h26min de 13 de março de 2019. Recuperada às 17h53min de 22 de março de 2019.
  6. "Irmandades do Divino Espírito Santo". Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 19h32min de 3 de março de 2019. Recuperada às 17h58min de 22 de março de 2019.
  7. "Palhoça". Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 13h01min de 28 de dezembro de 2018. Recuperada às 18h02min de 22 de março de 2019.
  8. "Culto do Espírito Santo". Portal do Governo dos Açores. Sem data de publicação. Recuperado a 22 de Março de 2019.
  9. "Divino Espírito Santo: a festa que reúne todos os açorianos". Sítio Informativo Igreja Açores. Publicado a 19 de Maio de 2018. Recuperado a 22 de Março de 2019.
  10. "Joaquim de Fiore". Wikipédia. Esta página foi editada pela última vez às 00h57min de 27 de fevereiro de 2019. Recuperada às 18h21min de 22 de março de 2019.
  11. "Epístola a Flora". Wikipedia. Esta página se editó por última vez el 16 ene 2019 a las 21:30. recuperada vez el 22 marzo 2019 a las 18:24.
x

Etiqueta principal: Música.
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4 de março de 2019

A fé move montanhas

Jaggi Vasudev



mote

A FÉ MOVE MONTANHAS

agora vejam e ouçam


glosando o mote




Etiqueta principal: Sabedoria.

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11 de novembro de 2018

Sermão Dominical: Sozinho – Não Estás

Mestre Yoda.



Em inglês um um sermão dominical de Friar Stephen Freeman (Frei Estevão Homemlivre), um sacerdote da Igreja Ortodoxa na América, em português um comentário meu.



Sunday Reading 

Alone – You Are Not


Written by
Fr. Stephen Freeman, a priest of the Orthodox Church in America, serving as Rector of St. Anne Orthodox Church in Oak Ridge, Tennessee

Published at
Oriental Review on November 11, 2018


This is not a quote from Yoda. It is a simple statement concerning the nature of our existence. The fullness of existence is only found in communion, a mutual indwelling in which our lives are known and experienced not just in their self-contained form, but in their relation to others and everything around us. True existence is a connected-ness. It is also the very place where the instability and fragility of our lives is most revealed. If we can withdraw into ourselves, it is possible to imagine that we are fine, and that the things and people around us are just noise, sometimes enjoyable and other times annoying. But we do not think of the things and people around us as if our lives depended on them.

Against this withdrawal are the words of St. Silouan: “My brother is my life.”

At the very core of Christian belief is the Trinitarian God. Trinity is not just a revelation of how we speak about God. It is also the revelation of the very character of existence. The monotheism of Islam substituted God as individual for God as Trinity. As such, it might be the first modern religion. That many modern Christians struggle with Trinitarian belief and expression is evidence of how far removed modernity is from classical Christian roots. For us, “relationship” is a word that describes how we are getting along with another individual. For the Fathers, “relation” is an expression of mutual indwelling and coinherence. This exists because that exists, and they exist in one another. That is the true meaning of relationship.

When Christ says, “No one comes to the Father except by me,” modern Christians take it to mean that non-Christians go to hell. It is, in fact, a statement about the nature of Trinitarian existence. No one can come to the Father apart from Christ because there is no Father apart from Christ. The Son is “Son,” because of the “Father.” But the “Father” is not “Father,” except for the “Son” (and so on).

This is true of God but is equally true of us. The limit within human existence is that we experience our personal existence as individual existence – or the temptation to do so is always present. It assumes that who we are only refers to what is within the boundaries of our skin.

A meditation: The breath we breathe. Is it part of us or is it something else? We cannot live without it. When we take it in or breathe it out, it is “our” breath. The only human existence without breath is a lifeless corpse. God “breathed” into the dust and it became a living soul. But the “breath” is also inherently the air around us. When does the air around us become “us,” and when does it cease to be “us”?

Of course, this is just a meditation on breath and air. But the same meditation could be extended to everything else around us. It could and should be extended to every person around us. If there were no relationships whatsoever, we simply would not exist. There is nothing within us that isn’t something existing in relationship. Nothing.

We do not create relationships, nor do we have them. We are relationships and we either perceive this and pay attention or we do not. In as much as we do not, we begin moving towards non-existence – death. This is not a description of massive and universal extraversion. It is possible to be very quiet, even a hermit, and yet be profoundly aware and responsive to our existence as relationship.

The Scriptures say that “God is love.” They do not say that God simply “has” love. God “is” love, which makes love a matter of ontology. That God is love is perfectly consistent with His existence as Father, Son, and Holy Spirit. What we do not see clearly is that we are love, just as truly as God is love. Love is a mode of existence, indeed, the mode of existence.

“My brother is my life.” Consider the fullness of such a statement in Christ’s words, “I have come that they might have life and that more abundantly.”

Note
I will add a note of apology and explanation. I have previously written articles (The Fiction of Relationships and the Fullness of Life at Glory To God For All Things on January 20, 2017) that criticize the use of the word “relationship,” and, yet, here I am using it myself. The earlier articles stand, but I am here seeking to recapture the word “relationship” and use it in its older, theological meaning. Despite that vast vocabulary of English (the largest language in existence), words still create limits. I hope the reader will understand and be patient with me.

Source
Alone – You Are Not at Glory To God For All Things on October 31, 2018.



Frei Estevão Homemlivre e o Maometanismo


Achei curioso que Frei Estevão Homemlivre fosse, desnecessariamente, pegar com o Maometanismo comparando-o às Modernas Religiões Idolátricas – “The monotheism of Islam substituted God as individual for God as Trinity. As such, it might be the first modern religion.” ou, em português, “O monoteísmo do Islão substituiu Deus como indivíduo por Deus como Trindade. Como tal, pode ser a primeira religião moderna.” – o que, parece-me, nos dá a medida da penetração da propaganda anti-maometana nos Estados Unidos da América.

A grande diferença entre o Cristianismo e o Maometanismo reside, não no Trinirarismo – não aceite por alguns cristãos –, mas no facto de os Cristãos considerarem Jesus, Filho de Maria, Deus e os Maometanos se recusarem a fazê-lo.

Os Maometanos consideram Jesus, Filho de Maria, como um Profeta, um Grande Profeta, o Segundo Maior Profeta – o Primeiro Maior Profeta é Maomé –, mas não aceitam que Jesus seja de Natureza Divina.

Também não aceitam nem a Morte de Jesus na Cruz nem a Sua Ressurreição, afirmam que Deus não O deixou morrer, que O arrebatou, e que O mantém junto a Si até ao Dia da Ressurreição (يوم القيامة‎).

Fora isso aceitam tudo o que os Cristão Católicos – Romanos e Constantinopolitanos – aceitam, incluindo a Concepção Virginal de Maria.

E a comparação do Maometanismo Modernas Religiões Idolátricas é verdadeiramente assombrosa!

Então compara o Maometanismo com os Modernos Endeusamentos da Ciência (Gnose Moderna), de Uma Particular Classe Social, de Uma Particular Cultura, de Uma Particular Raça, de Um Particular Sistema Económico-Financeiro, de Um Particular Sistema Político?



Referências
  1. Sunday Reading: Alone – You Are Not at Oriental Review.
  2. Yoda na Wikipédia, a enciclopédia livre.
  3. Escatologia islâmica na Wikipédia, a enciclopédia livre.
  4. Nascimento virginal de Jesus na Wikipédia, a enciclopédia livre.

Origem da imagem
  • Sunday Reading: Alone – You Are Not at Oriental Review.


Etiqueta principal: Religião.
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