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2 de março de 2021

Os quiduxos das mamãs

Copinho de leite para o mano mais fofo e queriducho




Sou um tipo muito atado,
Ando mal-habituado,
A fazer só o que quero,
Tenho tudo, nunca espero.
A mamã é uma querida,
Lava a roupa, dá comida,
Faz de mim um incapaz,

Mas eu sou um bom rapaz,
Bom rapaz!

Apesar de ter escolha,
Não saio da minha bolha.
Estou tranquilo, estou tão bem,
Ao colo da minha mãe,
Que eu adoro, que me adora,
Que me liga de hora a hora,
Porque eu sou um incapaz.

Mas eu sou um bom rapaz,
Bom rapaz!

Acho que já sou capaz,
De fazer o que a mãe faz,
Mas é perfeito assim!
A Mamã faz por mim,
Tudo o que eu deixo para trás,
Como se eu fosse um incapaz!

Bom rapaz!
Bom rapaz!

Quando esbanjo o meu dinheiro,
Ela parte o mealheiro,
Sou o seu filho adorado,
Não quer ver-me atrapalhado.

Saio à rua,
Ela faz figas,
Liga aflita p’rás amigas,
Porque eu sou um incapaz,

Mas eu sou um bom rapaz!
Bom rapaz!

Deixa-me a roupa dobrada, p’ra eu vestir de madrugada e prepara-me a marmita com iogurte e uma barrita para, ao meio da manhã, eu me lembrar da mamã que alimenta o incapaz.

Mas eu sou um bom rapaz,
Bom Rapaz!

Acho que já sou capaz,
De fazer o que a mãe faz,
Mas é perfeito assim!
A Mamã faz por mim.

Tudo o que eu deixo para trás,
Como se eu fosse um incapaz!
Bom rapaz! Bom rapaz!




Os quiduxos das mamãs…

… têm uma certa tendência a “jogar do outro lado”, o que é complicado para as eventuais sensorte e, também, a alaparem-se nas tetas da política, o que é complicado para todas as, e todos os, sem-sorte.







Etiqueta principal: Caricatura Política.

17 de janeiro de 2021

Só existe o que passa na TêVê⁉️


O Observador publicou um artigo com piada só que anónimo, o que também tem piada, mas que, sendo /premium só pode ser lido pelos assinantes, o que tem menos piada. 

Como sou assinante pude lê-lo, mas para o poder comentar aqui terei que o transcrever, o que farei na sequência.


Os passados da cabeça  /premium

O ministro da Economia manda esvaziar prateleiras de supermercados; a ministra da Saúde quer confiscar empresas; do ministério da Justiça saem documentos manipulados… e nós a ver cornos no Capitólio.

17 jan 2021, 00:11

As cirurgias aos doentes com cancro são adiadas (ainda mais) e os computadores prometidos aos alunos em Março do ano passado  nunca chegaram. Mas o que leva os portugueses a manifestar-se? A vinda de Marine Le Pen a Lisboa.

Portugal é um país literalmente passado da cabeça: quanto mais a nossa vida se agrava e o regime se esboroa, mais nos indignamos com o longínquo e nos tornamos indiferentes ao que nos toca.

Assim, fazem-se manifestações porque uma dirigente política francesa vem a Lisboa mas caso alguém se manifeste por aquilo que está a acontecer neste país ou nesta mesma cidade de Lisboa, logo se vê oportunamente rodeado de suspeições várias como aconteceu a Ljubomir Stanisic aquando dos protestos dos proprietários de restaurantes.

O nosso corpo está aqui mas o cérebro está onde o leva a agenda mediatico-socialista (eu sei que estas duas palavras se tormaram sinónimas mas mesmo assim insisto no pleonasmo). Todos os dias gente que a si mesma atribui certificados de democrata discute como ilegalizar aqueles que eles definem como fascistas. Simultaneamente medidas em catadupa normalizam o que é próprio das ditaduras. Agora dá-se como certo que os velhos residentes em lares ilegais não terão o seu voto recolhido. Quando nos passou pela cabeça que em Portugal se inibiria o direito de voto a alguém em função da natureza da sua residência? Nunca, claro. Nós somos uma república. Estamos imbuídos dos princípios da igualdade, da solidariedade… Para lá do óbvio – não foram os velhos que escolheram ir para um lar ilegal, eles foram para lares ilegais porque não existem outros (e vão continuar sem existir porque deste modo a Segurança Social poupa o financiamento que teria de lhes garantir caso os legalizasse) – não se pode aceitar que a natureza da residência defina quem pode ou não votar. Indignações com este grave precedente? Os constitucionalistas que tanto constitucionalizam a propósito dos direitos adquiridos não têm agora nada a dizer? Ora, ora quem se pode preocupar com os votos dos velhos instalados em lares ilegais quando Marine Le Pen veio almoçar a Portugal? Isso sim é que é preocupante!

Disseram-nos que Portugal era um milagre e a nossa cabeça passou-se com tanta alegria. Depois do milagre da descrispação, do milagre do dinheiro para as reposições, do milagre do futebol, do milagre do Festival da Eurovisão, éramos outro milagre no combate ao Covid.Todos os dias a nossa cabeça partia à descoberta dos falhanços em geografias políticas rigorosamente seleccionadas. Um dia, no meio de mais umas notícias sobre o horror do Covid nos EUA e do desastre da estratégia seguida pelos suecos, descobrimos que o inferno era aqui. E o país o que discute? Manaus. Sim, Manaus. Porquê Manaus no Brasil e não a Bélgica, país onde o número de mortos ultrapassa tudo o que se pode imaginar? Ou com a Argentina, o país que uma “quarentena eterna” não salvou do Covid mas garantiu a fome (sim, na Argentina outrora grande potência agrícola, agora existe fome)? Ora, porque como toda a gente sabe a culpa das consequências do Covid no Brasil é de Bolsonaro. Já a culpa das consequências do mesmo Covid pelo mundo varia em função da simpatia ou do respeitinho que esses governos têm ou impõem nas redacções e organizações internacionais. No topo da tabela da desresponsabilização está o governo de Portugal, país onde a culpa dos maus números é sempre do portugueses que não cumprem como deviam as sábias instruções do seu governo. Portugal, recordo, é o país em que não se conhece um caso de contágio por Covid em nada que resulte da responsabilidade do Governo, como são os transportes públicos cheios e as filas resultantes da imposição de horários reduzidos nos supermercados mas em que, dos parques infantis aos passeios ao ar livre, se considera perigoso tudo o que não seja ficar encerrado em casa.

Em conclusão, os governos de esquerda terão sempre um Manaus para entreter a cabeça dos portugueses. E quanto pior as coisas correrem em Portugal mais vamos andar empenhados em apedrejar o ódio de estimação do momento e mais tempo vamos gastar em combates que nada têm a ver com a nossa vida presente.

Pode o Governo, numa espécie de treino antecipado para a Venezuela que seremos, mandar, em nome da regulação da concorrência, esvaziar prateleiras de supermercados e interferir desastradamente nas taxas cobradas pelas empresas de distribuição pois grupos como o agora nomeado para combater o racismo inventarão todos os dias um caso para  gerar comoções e fúrias.

Pode o procurador José Guerra manter-se no cargo apesar das evidentes falhas no seu curriculum e das ainda mais evidentes tentativas do ministério da Justiça para as esconder que ninguém perguntará o porquê de tanta manobra pois esgotaremos a nossa indignação com a morte dos veados numa herdade. Ou dos cães num canil. Ou dos ursos lá longe.

Pode a ministra Temido continuar a privar milhares de portugueses de tratamentos médicos unicamente por razões ideológicas pois o foco das nossas preocupações estará no combate ao heteropatriarcado. Ou no combate ao que designam como alterações climáticas.

Pode António Costa acusar quem o critica de liderar uma “campanha internacional contra Portugal” …

Podem o que quiserem porque nós estaremos sempre com a cabeça longe. Enquanto não se perceber isto não se percebe porque razão está antecipadamente derrotado o espaço da direita mesmo quando ganha.

Nunca nos passou pela cabeça que viesse a ser assim. Mas é assim que é.

Fim do artigo Os passados da cabeça  /premium, original aqui.


Só existe o que passa na TêVê⁉️

Afirma o ilustre e anónimo autor, ou autora, nos tempos que correm há sempre que respeitar o politicamente correcto! Repito, afirma o ilustre e anónimo autor, ou autora, cito:

Portugal é um país literalmente passado da cabeça: quanto mais a nossa vida se agrava e o regime se esboroa, mais nos indignamos com o longínquo e nos tornamos indiferentes ao que nos toca.


Mas quem são os “nós” do mais nos indignamos !?

Eu não pertenço ao tal "nós" e a manif à cause de Marine Le Pen teve a presença de meia dúzia de pessoas a quem, suponho, ninguém pediu a identificação. E teve, também, uma ampla e entusiástica cobertura mediática.

Quem se indignou então?

Que há muitos passados da cabeça há, mas os mais passados da cabeça são os que acreditam que só existe o que passa na TêVê.






Etiqueta principalPolítica à Portuguesa.

10 de outubro de 2020

Covidices

 

O Trio da Hora de Almoço.



as melhores frases durante, ou sobre, a crise pandémica

— edição revista e aumentada —
old boys network
08.10.20


“Há baixíssima probabilidade de vírus em Portugal. A OMS está a exagerar um bocadinho.”

— Graça Freitas 


“Apelo para que visitem os lares: sejam solidários.”

— Graça Freitas 


“Não usem máscaras. As máscaras dão falsa sensação de segurança.”

— Graça Freitas 


“Testes? Testes negativos dão falsa sensação de segurança.”

— Graça Freitas 


“Esta semana chegam 500 ventiladores. Outros tantos após a Páscoa.”

— Lacerda Sales 


“Então nós íamos mascarados para o 25 de Abril?”

— Ferro Rodrigues 


“Não é necessário usar máscara. A AR é um edifício grande.”

— Graça Freitas 


“Admito a possibilidade de celebração do 13 de Maio.”

— Marta Temido 


“Já tenho um esquema para ir à praia.”

— Marcelo Rebelo de Sousa 


“Senhor Presidente, isso não é permitido.”

— Elemento da segurança de Marcelo Rebelo de Sousa 


“Não vai haver austeridade.”

— António Costa 


“Tracei as linhas gerais para um plano a 10 anos em 2 dias.”

— António Costa e Silva 


“Comigo ninguém falou sobre qualquer plano.”

— Mário Centeno 


“Nos aviões não é necessário distanciamento porque as pessoas só olham para a frente.”

— Graça Freitas 


“A realização da fase final da Champions em Lisboa é um prémio para os profissionais de saúde.”

— António Costa 


“O que nós queremos é que venham muitos estrangeiros.”

— Graça Freitas 


“Que bom que foi poder ver o Algarve sem as filas e as enchentes de sempre.”

— António Costa 


“A pandemia pode ser uma oportunidade para a agricultura portuguesa.”

— Maria do Céu Albuquerque 


“Que cada um de nós recorra à horta de um amigo. Não açambarquem.”

— Graça Freitas 


“Admitimos retaliar contra países que impedem entrada de portugueses.”

— Augusto Santos Silva 


“Aparecem mais casos porque estamos a testar mais.”

— António Costa 


“A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez (CMAV), como forma de proteger as crianças que regressaram esta segunda-feira ao jardim de infância, criou um dispositivo que ajuda a manter sempre o distanciamento social. A solução surgiu sob a forma de um chapéu com quatro hélices.”

— CMAV 


“A Junta de Freguesia de São Martinho do Porto (JFSMP) levou a cabo uma acção de desinfecção do areal da praia com um tractor e uma solução que continha hipoclorito, no início de Maio.”

JFSMP 


“Vá, dentro do elevador cada um virado para o seu lado.”

— Graça Freitas 


“Até agora não faltou nada no SNS e não é previsível que venha a faltar.”

— António Costa 


“É muito difícil fazer previsões quando o mundo mudou 360 graus em dois meses”

— António Costa 


“População menos educada e mais pobre poderá estar a potenciar uma maior incidência da epidemia no norte.”

— TVI 


“Existe, de facto, um produto muito eficaz, um produto que mata todos os micro-organismos e, portanto, bactérias e vírus, e que consegue durante um mês essa mesma segurança. Há uma película que é formada em torno das superfícies onde ele for aplicado.”

— Matos Fernandes


“Estou aqui sem nenhuma proteção porque tenho a certeza que nem a Cristina nem nenhum dos adjuntos que estão aqui, que aliás são muitos, não representam qualquer tipo de problema para a minha saúde. Sei disso olhando para eles.”

— Francisco George


“Por que é que aquilo só afecta os chineses?”

— Cristina Ferreira 


“Se isto é um milagre, o milagre chama-se Portugal.”

— Marcelo Rebelo de Sousa 


“Não é patriótico atacar agora o governo.”

— Rui Rio 


“Confinamento é para manter diga a Constituição o que diga.”

— António Costa 


“Nesta guerra, ninguém mente nem vai mentir a ninguém. Isto vos diz e vos garante o Presidente da República.”

— Marcelo Rebelo de Sousa 


“É menos perigoso do que a gripe.”

— Jorge Torgal 


“Vai ficar tudo bem.”

— Sem autor atribuído 


“Quero felicitar o Senhor Presidente da República neste 4º aniversário da sua tomada de posse, com votos de que o ano que agora se inicia seja assinalado pelo mesmo nível de sucesso, aproveitando para o congratular pelos resultados negativos no teste efetuado.”

— António Costa 


“As Câmaras Municipais do Porto (CMP) e de Vila Nova de Gaia (CMVNG) informam que a noite de São João se comemora a 23 de Junho, ontem."

— CMP/CMVNG 


“Cerca sanitária no Porto? Neste momento, e provavelmente hoje será tomada uma decisão nesse sentido, a ser equacionada entre a autoridade de saúde regional e nacional e o Ministério da Saúde, obviamente.”

— Graça Freitas

 

“É mentira, é mentira.”

— António Costa 


“Se o primeiro-ministro puxou as orelhas à ministra teria certamente razão.”

— Marta Temido 


“A falsa frágil como as orquídeas que ama.”

— Fernanda Câncio 


“Existe nas últimas semanas uma ligeira subida numa tendência que é de estabilização da descida.”

— Marcelo Rebelo de Sousa 


“No se trata de Lisboa, sino de algunos barrios de municipios vecinos. No existe ninguna relación con el centro de la ciudad de Lisboa donde se celebrará la Champions.”

— António Costa 


“O antibiótico é para combater o vírus.”

— António Costa 


“Temos uma enorme dificuldade em pronunciar o nome das pessoas, uma enorme dificuldade em comunicar.”

— Rui Portugal 


“Ir assim para a rua mamar copos sem máscara sem nada, hum…, não é boa ideia.”

— Marta Temido

 

“As vacas não deixaram de existir e a poluição baixou.”

— Maria do Céu Albuquerque 


“Um dia será o Reino Unido a precisar de quem agora está em baixo.”

— Marcelo Rebelo de Sousa 


“Com maus chefes e pouco exército não conseguimos ganhar esta guerra.”

— Fernando Medina 


“Ministério da Saúde não se pode deixar capturar pela crítica fácil e pela má-língua.”

— Marta Temido 


“Pandemia pode ser oportunidade para resolver problemas no acesso à habitação em Lisboa.”

— Fernando Medina 


“A questão do Estado de Direito não deve ser relacionada com as negociações sobre o plano de recuperação.”

— António Costa 


“Nós não estamos aqui para festas de anos de ninguém.”

— Mark Rutte

 

“O ponto mais crítico da contração económica já ficou para trás.”

— Siza Vieira

 

“Vamos beber o drink de fim de tarde.”

— Graça Fonseca 


“A melhor forma de dar a volta a esta crise é o crescimento económico.”

— Siza Vieira 


“O meu objetivo não é apurar a responsabilidade de surtos nos lares.”

— Ana Mendes Godinho 


“Não o li, mas a Ordem dos Médicos fez-me chegar o relatório e já pedi que o analisassem.”

— Ana Mendes Godinho 


“É fácil ficar no nosso consultório e passar o dia a falar por videoconferência para as televisões.”

— António Costa 


“É que o presidente da ARS mandou para lá os médicos fazerem o que lhes competia. E os gajos, cobardes, não fizeram.”

— António Costa 


“O Senhor Primeiro-ministro não reproduziu integralmente e fielmente aquilo que minutos antes tinha reconhecido à Ordem dos Médicos.”

— Ordem dos Médicos 


“Diga aos portugueses para votarem noutro Governo.”

— Marcelo Rebelo de Sousa 


“Nunca pensei que chegássemos a cinco dias da Festa do Avante sem conhecer as regras do jogo.”

— Marcelo Rebelo de Sousa 


“O encerramento das escolas não se devem ao facto de as escolas serem um local de contaminação mas pelo contrário a escola deve-se ao facto de a escola ser um local de contacto ser um local que favorece naturalmente a contaminação.”

— António Costa 


“A escola, em si, não transmite o vírus.”

— António Costa 


“O estudo do Instituto de Saúde Pública do Porto concluiu que não existe ligação direta entre as infeções da COVID-19 e utilização do transporte ferroviário na Área Metropolitana de Lisboa.”

— Pedro Nuno Santos


“É altura de deixarmos de pôr o país nas bocas do mundo, dizendo que a informação não é boa. Isso até nem é patriótico.”

— Graça Freitas


“Uma vez que estive na reunião do Conselho de Estado a aplicação STAYAWAY COVID devia-me ter alertado. E não alertou.”

— Rui Rio


“De acordo com estudo preliminar, o excesso de mortes em 2020 poderá dever-se à temperatura elevada.”

— António Costa










Etiqueta principal: Humor Negro.

15 de outubro de 2019

Estudantes, Vacas e Cabras


Estudantes de Coimbra
apoiam decisão da Reitoria
de eliminar carne de vaca das cantinas


A Associação Académica de Coimbra (AAC) apoia a iniciativa da Universidade de Coimbra de eliminar a carne de vaca das cantinas universitárias a partir de janeiro de 2020, disse hoje à agência Lusa o presidente da direção.

Daniel Azenha considera que se trata de uma “medida altamente arrojada, que a AAC apoia”.

“As alterações climáticas são para nós uma preocupação. Esta medida não vai resolver o problema, mas é importante na consciencialização do meio académico”, frisou o líder estudantil.

O reitor da Universidade de Coimbra (UC) anunciou na terça-feira que vai eliminar o consumo de carne de vaca nas cantinas universitárias a partir de janeiro de 2020, por razões ambientais.

Segundo o reitor da universidade, Amílcar Falcão, a eliminação do consumo de carne nas cantinas universitárias a partir de janeiro de 2020 será o primeiro passo para, até 2030, tornar a UC “a primeira universidade portuguesa neutra em carbono”.

“Vivemos um tempo de emergência climática e temos de colocar travão nesta catástrofe ambiental anunciada”, sublinhou, na sua intervenção na cerimónia de acolhimento, perante centenas de alunos.

A carne de vaca será substituída “por outros nutrientes que irão ser estudados, mas que será também uma forma de diminuir aquela que é a fonte de maior produção de CO2 que existe ao nível da produção de carne animal”.

Por ano, cerca de 20 toneladas de carne de vaca são consumidas nas 14 cantinas universitárias da UC.

O presidente da AAC considera que a sociedade não pode “continuar a assobiar para o lado” e que a medida tomada pela UC é o “primeiro passo de muitas iniciativas” para reduzir a pegada ecológica dentro da instituição.

Daniel Azenha desvaloriza as criticas de algumas organizações agrícolas e associações de produtores, considerando que a medida não os vai afetar na produção.

“Criticas vão existir sempre, mas já chega. Chegámos a um limite em que é preciso atuar”, salientou o dirigente estudantil.

Várias organizações, como a Confederação Agrícola de Portugal, a Associação dos Produtores de Leite de Portugal, Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal (Confagri) e a Associação Portuguesa dos Industriais de Curtumes (APIC) criticaram a decisão da UC de eliminar a carne de vaca dos menus das cantinas universitárias.




Estudantes, Vacas e Cabras


Primeira Cabra

— Estou preocupada, mana!

— Os Estudantes vão deixar de comer Vacas, que será de nós?


Segunda Cabra

— Preocupada?

— Para nós é óptimo, mana!

— Teremos menos concorrência!!!



Fontes
  1. Estudantes de Coimbra apoiam decisão da Reitoria de eliminar carne de vaca das cantinas”. jdLux. Jornal do Luxemburgo. Publicado a 19 de Setembro de 2019. Recuperado a 15 de Outubro de 2019.
  2. Cabras”. Pedro Coimbra. Devaneios do Oriente. Publicado a 15 de Agosto de 2016, à(s) 09:49 UTC+08. Recuperado a 15 de Outubro de 2019, à(s) 10:28 UTC+01.
  3. “Estudantes, Vacas e Cabras”. Antigo Estudante de Coimbra. Old Boys Network. Recebido a 15 de Outubro de 2019, à(s) 09:44 UTC+01.

Etiqueta principal: Política Académica.
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11 de outubro de 2019

Não sei nem quero saber.

Na cervejaria o engravatadinho e o desengravatadinho conversam.


Hierarquia das Necessidades, de Maslow.


Jacques Brel chante Les Bourgeois.



Fontes
  1. Old Boy Network.
  2. "Hierarquia de necessidades de Maslow". Wikipédia, a enciclopédia livre. Esta página foi editada pela última vez às 02h21min de 12 de julho de 2019. Recuperada às 21h49min de 11 de outubro de 2019.
  3. "Jacques Brel : Les Bourgeois". alainlebest1. YouTube. Publicado 11/05/2007. Recuperado 11/10/2019.


Etiqueta principal: Política à Portuguesa.
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