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7 de junho de 2021

The Order of the Arctic Fox

 


Why the Arctic Fox?

And wherefore cometh he?

There arise occasions in the course of human affairs that cannot be properly characterized without resorting to the strongest possible language. In situations when nothing can be made to work and all has come undone the term “collapse” tends to get a lot of use, but it is too abstract and too technical to do justice to the visceral experience of the event. It comes from the Latin col-labi—to slip together—but the exclamation “Goodness gracious, we slipped together!” just doesn't resonate.

What one is more likely to hear is something more along the lines of “Holy shit, we are totally fucked!” or some other string of obscene expletives, and this rather spoils the solemnity of the occasion. What is called for is a way to ennoble our suffering, not to cheapen it with vulgar expressions.

The connection between the sacred (that which is holy) and the sacral (that which is related to the pelvis and its varied functions) is a most intimate one. Both derive from sacrum, which is an anatomical term: it is the triangular bone in the lower back formed from fused vertebrae and situated between the two hipbones of the pelvis. The word is a Latin translation—os sacrum—of the Greek term—hieron osteon(holy bone)—for the Ancient Greeks believed the sacrum to be the seat of the soul. There may be something to this belief: when we suddenly realize that we may be about to die and as our soul makes emergency preparations to leave the body, we tend to experience a pronounced tingling sensation centered on the sacrum. The entire pelvis also tends to become affected: the anal sphincter relaxes, sometimes resulting in something vernacularly referred to as “losing one’s shit,” and, in men, the scrotum tightens and the testicles retract.

At that point many people also involuntarily utter sacrilegious profanities (there’s sacrum again!) which freely combine references to sex, defecation, genitalia, motherhood and God. Across many languages much use is made of vulgar terms for female genitalia: they form a sacred portal through which all human (and even some divine) life enters this world, and this makes references to them particularly potent in this context.

The holy and the obscene are really one and the same; swearing is a form of prayer and the female pelvis is the altar to which we spontaneously direct our prayers when we suddenly find ourselves in extremis. One often hears that there are no atheists to be found aboard a foundering ship but a lot of cursing/praying to be heard; are these two in some sense not the same?

The need to be vivid and evocative yet polite when referring to financial, commercial, political, social and cultural collapse forces people to resort to euphemisms. One nation that has a recent and profound of experience of collapse is Russia, having lost an estimated ten million people to alcoholism, violence, emigration and despair in the wake of the collapse of the USSR during the 1990s.

Referring to collapse, the Russians tend to make references to “the white furry animal,” thereby indirectly referring to the arctic fox, Vulpes lagopus. The Russian word for it is песец (peséts). It is a polite substitute for the term пиздец (pizdéts), which is reasonably well conveyed by the English exclamation “Holy shit, we are totally fucked!” It is in turn derived from the word пизда (pizdá), which is a vulgar term for female genitalia.

Take this white fluffy animal into your heart, and you will no longer have to wanly banter about collapse; instead, you can now harness the full depth of the sacred and the profane and refer to it as “the advent of the arctic fox” or, if you want to be coy and use a euphemism, you can instead obliquely mention “a certain furry animal.” Those in the know will appreciate this bit of finesse while those who have no idea... well, what of them?

Witnesses to the advent of the arctic fox need a sacred symbol, which I am happy to provide. In keeping with the light-hearted, whimsical nature of the subject, it is a talisman that symbolizes Golgotha, with four crosses rather than the usual three. One cross is, perforce, for Jesus Christ. At the center is the symbol of Death, which Christ vanquished through His resurrection. Two more crosses are for St. Petrov and St. Boshirov, the intrepid time-traveling GRU agents who will have had been crucified together with Jesus, cleverly disguised as the two thieves. And the fourth cross is for your own good self: on it you will be crucified during the advent of the arctic fox but will, with any luck, be reborn into a new life once the arctic fox departs.



Please order your copy of The Arctic Fox Cometh, available locally wherever Amazon.com has a foothold (now including Australia).



By Dmitry Orlov at Club Orlov on Thursday, June 03, 2021 at 08:25 AM. 
Original here. Comments only for subscribers.

I ordered my copy at 2:33 pm on Saturday, June 5th, 2021, I received it today, Monday 7th at 10:30 am. Spanish Amazon is working well.





References






Etiqueta Principal: Geopolítica.

14 de janeiro de 2021

Espanha de 1930, América de 2020





Pío Moa: “Largo Caballero y Alcalá Zamora acabaron con la República”




A actual situação na América só me faz lembrar a situação em Espanha na década de 1930.

Outro lugar, outro tempo, mas quase que as mesmas forças espirituais em confronto.

Só espero a história se repita mesmo como farsa, e não como uma grande tragédia, tal como aconteceu com O 18 de Brumário de Louis Bonaparte, pese embora Karl Marx não o tenha nem visto nem previsto.






Etiqueta principal: Bolshevismo Pós-moderno.

6 de dezembro de 2019

Interessa a Portugal participar na Guerra pelo Gás?

Mistura Mundial de Energias 1800-2040 — ExxonMobil 2013.
A Guerra pelo Gás substituiu a Guerra pelo Petróleo.

A bolha financeira do petróleo começou a desinchar. Quer dizer, o Pico do Petróleo é hoje um facto adquirido, e a migração para a principal alternativa, que irá dominar o século 21, ou seja o gás natural, está na origem dos principais conflitos geoestratégicos em curso.
inGuerra e Gás”. António Maria. O António Maria. Publicado a 15 de Janeiro de 2015, às 13:11. Recuperado a 05 de Dezembro de 2019, às 10:44.


Em primeiro lugar algumas imagens e textos de enquadramento.

Em segundo lugar um texto de título “Rússia e China: irmãos para sempre?” da autoria de José Milhazes. 

Em terceiro lugar um texto de título “Interessa a Portugal participar nas Guerra pelo Gás?” da minha autoria. 


russos e chineses – irmãos para sempre

Na era de Estaline e Mao foi lançada a palavra de ordem “russos e chineses – irmãos para sempre” e Moscovo tenta apresentar uma aliança sino-russa como uma panaceia contra o seu isolamento face ao Ocidente, não obstante o utopismo da ideia.
in “Russos e chineses – irmãos para sempre?”. José Milhazes. Da Rússia. Publicado a 21 de Janeiro de 2015, às 08:07. Recuperado a 04 de Dezembro de 2019, às 23:19.


A 14 de Fevereiro de 1950 foi Assinado o Tratado de Amizade entre China e URSS.

Em 14 de fevereiro de 1950, o Tratado de Amizade, Aliança e Assistência Mútua Sino-Soviético aproximava as duas potências comunistas, apesar das notórias divergências entre os líderes Mao Tse-tung e Stalin.
in1950: Assinado o Tratado de Amizade entre China e URSS”. Deutsche Welle. Sem data de publicação. Recuperado a 05 de Dezembro de 2019, às 00:13.


Quem são os melhores amigos da Rússia, segundo os russos?

Quem são
os melhores amigos da Rússia,
segundo os russos?
Uma pesquisa divulgada pelo Centro Levada deu a conhecer quais são os países considerados mais amigáveis pelo povo russo.

De acordo com o estudo, Belarus é a nação mais amiga e sócio mais próximo da Rússia na visão de 49% dos russos. O país vizinho à Rússia tem um histórico laço de amizade e ligação cultural estreita com o gigante eurasiático. De fato, os dois povos se consideram como verdadeiros irmãos de sangue.

Moscou sempre foi o principal parceiro econômico de Minsk, que, por sua vez, se tornou seu quarto maior parceiro comercial em 2017.

Em segundo lugar na lista de países mais amistosos para os russos está a China (40%), maior parceiro comercial da Rússia que, juntas, formam a maior aliança bilateral do século XXI, aproximando-se cada vez mais e com uma relação de amizade forte e duradoura.

Logo atrás estão Cazaquistão (32%) – parceiro estratégico no âmbito da União Eurasiática e da Organização de Cooperação de Xangai (OCX) –, Síria (21%) – histórico aliado de Moscou no Oriente Médio e o qual a Rússia interveio para derrotar o terrorismo e reconstruir o país após a guerra de agressão terrorista – e Índia (19%) – outra grande parceria para os russos, membro da OCX e do BRICS.

Por outro lado, o país menos amigável na opinião dos russos são os Estados Unidos (78%), uma vez que esta nação tem um histórico centenário de agressões contra a Rússia e atualmente o clima entre os dois países é extremamente tenso.

A Ucrânia (49%) é o segundo menos amigável para os russos, devido à ascensão de um regime semifascista em 2014 e à guerra que este desencadeou contra minorias russas do leste do país, bem como à perseguição aos russos étnicos no oeste.

A Grã-Bretanha é o terceiro país menos amistoso segundo a pesquisa (38%). Com o caso Skripal, no qual o Ocidente, em peso, tem satanizado o governo russo acusando-o de envenenar o ex-agente Sergei Skripal, as relações entre os dois países estão péssimas.

Letônia (26%) e Polônia (24%) também gozam de pouca confiança por parte dos russos. Esses países vêm há décadas se aliando com os Estados Unidos, criminalizando o passado socialista/soviético e perseguindo a cultura russa.
inQuem são os melhores amigos da Rússia, segundo os russos?”. Port.pravda.ru. Publicado a 15 de Junho de 2018. Recuperado a 05 de Dezembro de 2019, às 00:31. 


Rússia e China inauguram gasoduto.

Rússia e China estão mais unidas que nunca. Através de uma videoconferência, os presidentes Vladimimir Putin e Xi Jinping inauguraram o primeiro de três gasodutos que vão unir os dois países.

O projeto, que o presidente russo classificou como "um evento histórico extraordinário, não só para o mercado energético mundial, como, acima de tudo, para a Rússia e a China", permite a Moscovo diversificar mercados a Oriente, com a China a assumir-se como o maior mercado de exportação.

O gasoduto histórico vai transportar gás natural da Sibéria para o nordeste da China ao longo de uma rede que no total terá mais de três mil quilómetros. O custo do Power of Siberia, como foi batizado, está avaliado pela Gazprom, a maior empresa energética russa, em 55 mil milhões de dólares, isto é, quase 50 mil milhões de euros.

Até 2023, ano em que o gás deverá chegar a Xangai, a infraestrutura terá uma capacidade de 38 mil milhões de metros cúbicos anuais, o equivalente a 9,5% do gás consumido na China.
inRússia e China inauguram gasoduto”. Euronews. Publicado a 02 de Dezembro de 2019, nas Últimas Notícias. Recuperado a 05 de Dezembro de 2019, às 01:24.


Rede de gasoductos siberianos da Gazprom.

A Rússia começou na segunda-feira a canalizar gás para a China, quando o tão esperado oleoduto Power of Siberia, que liga os dois países, entrou em operação.

O Presidente Russo Vladimir Putin e o Primeiro-Ministro Chinês Xi Jinping abriram oficialmente o gasoducto de 3.000 quilómetros hoje, por videoconferência.

A gigante de gás estatal russa Gazprom começará imediatamente a enviar seu gás para o sul — foi a primeira vez que o gás russo foi enviado diretamente para a China. Os dois países fizeram em 2014 um contrato por 30 anos que previa exportações de gás russo no valor de 400 biliões de USD, tendo esse acordo sido assinado pelas empresas estatais Russa e chinesa, Gazprom e China National Petroleum Corporation, respectivamente.

O gasoducto não estará totalmente operacional até 2025, ano em que passará a ser capaz de transportar 38 biliões de metros cúbicos de gás por ano.
inRussia Launches Gas Exports to China”. The Moscow Times. Publicado a 02 de Dezembro de 2019. Recuperado e traduzido a 05 de Dezembro de 2019, às 09:34.


Rússia e China: irmãos para sempre?
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A construção do novo gasoduto reforça as relações entre a China e a Rússia, mas é difícil imaginar que se volte a gritar a palavra de ordem de Estaline e Mao: “Russos e chineses, irmãos para sempre!”
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Enquanto entre a União Europeia e os Estados Unidos não acalmam as discussões sobre a construção do North Stream-2, segundo gasoduto que irá transportar gás russo para a Alemanha através do Báltico, enquanto a Polónia e a Ucrânia tentam encontrar alternativas aos fornecimentos de gás pelo vizinho do Leste, Moscovo arranja mercados alternativos na Ásia para os seus combustíveis.

“A torneira está aberta! (…) o gás entrou na China”, declarou solenemente o presidente da empresa estatal russa Gazprom, Alexei Miller, no momento da inauguração do gasoduto que passou a ligar a Sibéria ao “Império do Meio”.

Trata-se de uma obra gigantesca. Os russos tiveram de construir um tubo, a que deram o nome de “Força da Sibéria”, com um comprimento de cerca de 3000 km. Os chineses irão acrescentar mais 3370 km para que o gás siberiano chegue até Xangai.  O contrato com a China, avaliado em mais de 350 mil milhões de euros, foi assinado por um período-recorde de 30 anos e prevê o fornecimento anual de 38 mil milhões de metros cúbicos de gás.

Entretanto, Moscovo e Pequim já negoceiam a construção de um novo gasoduto “Força da Sibéria – 2”, que irá transportar combustível da Sibéria para a costa leste da China. Além disso, estes tubos poderão servir para levar o gás até outros países da Região Asiática do Pacífico, onde ele goza de uma procura cada vez maior.

Até agora os chineses importavam gás natural da Turcoménia através de um gasoduto que atravessa o Uzbequistão e o Cazaquistão, mas esses fornecimentos estão longe de cobrir as necessidades da indústria chinesa, que aposta cada vez mais neste combustível para substituir o carvão e, desse modo, combater a poluição.

Não se pense, porém, que a China passará a depender completamente do gás russo, pois continuará a importar grandes quantidades de gás condensado da Austrália, Qatar, Malásia e Indonésia.

E para a Rússia este projecto não parece ser muito rentável, visto que, segundo cálculos da própria “Gazprom”, ele só começará a pagar os investimentos feitos em 2048.

Segundo alguns analistas, esta obra visa prevenir problemas que poderão surgir no futuro. Para a Rússia é uma garantia de que terá para onde escoar o gás caso surjam problemas no flanco ocidental. A pressão de Washington, principalmente após a chegada de Donald Trump ao poder, sobre a União Europeia é cada vez maior no sentido de obrigar os países europeus a substituírem o gás russo pelo mesmo combustível norte-americano. Trump ameaça com sanções empresas que participam na construção do North-Stream-2, gasoduto paralelo ao North-Stream-1, que transporta directamente gás russo para a Alemanha através do Mar Báltico. As autoridades da Polónia já anunciaram que não vão comprar gás à Rússia, substituindo-o por combustível vindo da Noruega através de um gasoduto e pelo gás condensado dos Estados Unidos. A Ucrânia pretende também renunciar aos fornecimentos russos neste campo, mas aqui o processo será mais complicado, pois através deste país passa um importante gasoduto da Rússia para a Europa. O contrato de transito de gás por este tubo termina a 31 de Dezembro do ano corrente e as partes ainda não chegaram a acordo sobre o seu prolongamento.

Com a entrada em funcionamento do “Força da Sibéria”, o Kremlin poderá fazer de conta que não está preocupado com o escoamento do seu gás.

Para a China, trata-se também de uma medida de prevenção face a problemas de caráter político-militar que poderão dificultar os fornecimentos de gás condensado por mar.

Seja como for, a construção do novo gasoduto vem reforçar as relações entre a China e a Rússia, mas continua a ser difícil imaginar que se volte a gritar a palavra de ordem proclamada por Estaline e Mao: “Russos e chineses, irmãos para sempre!” A não ser que Vladimir Putin queira desempenhar o papel de “irmão mais novo”.

P.S. A julgar pelo que se vê, lê e ouve, os problemas globais como o acima referido parecem não nos dizer respeito. É mais importante assistir à telenovela: “Livre e Joacine, história de um breve amor” ou à “Chegada de uma Dona Sebastiana ao Tejo”. 
inRússia e China: irmãos para sempre?”. José Milhazes. Observador. Publicado a 04 de Dezembro de 2019, às 00:09. Recuperado a 06 de Dezembro de 2019, às 18:48.


Interessa a Portugal participar na Guerra pelo Gás?

Na minha modesta opinião não interessa. Ainda na minha modesta opinião o que interessa a Portugal é garantir ao melhor preço o seu abastecimento de energia, de gás em particular, e evitar meter-se em conflitos que não lhe dizem respeito.

O facto de a China receber gás da Rússia por intermédio do gasoduto Força da Sibéria (Power of Siberia) prejudica de alguma forma Portugal?

As rotas do gasoduto Força da Sibéria (em vermelho),
gasoduto Sakhalin–Khabarovsk–Vladivostok (em azul),
gasoduto Heige-Xangai (em roxo)
e a proposta de ligação entre os dois primeiros (ao centro).

Força da Sibéria”.
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Esta página foi editada pela última vez às 14h28min de 6 de dezembro de 2019.
Recuperada às 19h22min de 6 de dezembro de 2019.


O facto de a Alemanha receber gás da Rússia por intermédio dos gasodutos Nord Stream (Nord Stream) em lugar de o receber por intermédios dos gasodutos que atravessam a Polónia, ou a Ucrânia, prejudica de alguma forma Portugal?

Principais gasodutos existentes e planeados fornecendo gás Russo à Europa.
A Alemanha importa de 50% a 75% de seu gás natural da Rússia.

Countering America's Adversaries Through Sanctions Act”.
Wikipedia, the free encyclopedia.
This page was last edited on 5 December 2019, at 03:37 (UTC).
Recuperada e traduzida às 21h08min de 6 de dezembro de 2019.


Tanto quanto sei não prejudicam Portugal.

Então, se estes dois factos não prejudicam Portugal, porque há de Portugal preocupar-se com eles? Não se deveria preocupar-se, não são contas dos seu rosário.

Acresce que Portugal não tem contencioso nem com a China nem com a Russia.

Com a China nunca Portugal teve contensioso… e com a Rússia também não. Portugal teve contensioso com o Komintern e com a URSS, que não eram Rússia e que já não existem.

Na minha modesta opinião o que interessa a Portugal é garantir ao melhor preço o seu abastecimento de energia, de gás em particular, e evitar meter-se em conflitos que não lhe dizem respeito. Evitar meter-se na Guerra pelo Gás,  particular,



Etiqueta principal: Guerra.
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30 de outubro de 2018

JEWS · MONEY · RACE



As palavras jews (“judeus”), money, (“dinheiro”), race (raça) – ou outras delas derivadas, ou com elas estreitamente relacionadas – aparecem e reaparecem com extrema frequência nas publicações em Língua Inglesa, especialmente nas com origem Britânica, ou Estadunidense.

Porque será?



Etiqueta principal: Ideologia.
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