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19 de novembro de 2019

De Versalhes a Wall Street (1919-2008)




Colóquio Internacional 

De Versalhes a Wall Street (1919-2008)

19 de novembro de 2019, Anfiteatro III (FLUC)


Progress, far from consisting in change, depends on retentiveness. When change is absolute there remains no being to improve and no direction is set for possible improvement: and when experience is not retained, as among savages, infancy is perpetual. Those who cannot remember the past are condemned to repeat it.
in Reason in Common Sense, Volume 1: The Life of Reason by George Santayana.


Gostei.

Gostei especialmente da última comunicação da sessão de trabalho da manhã e da primeira comunicação da segunda parte da sessão de trabalho da tarde:
  • Da economia de guerra à economia de paz. Crise e reconstrução no pós II Guerra Mundial”, Maria Fernanda Rollo (IHC-NOVA FCSH);
  • O capitalismo em Portugal depois do fim da história: as dinâmicas do neoliberalismo incrustado”, João Rodrigues (FEUC e CES).

Solicitei que me enviassem o texto da conferência de abertura Benito Mussolini, the first modern dictator: child of Italy's war?, Richard Bosworth (Jesus College, Oxford), texto que o conferencista já disponibilizou.

Pela parte que me toca gostaria de poder dispor dos textos das comunicação de que gostei especialmente, ou mesmo só de uma sua versão preliminar.


Programa



Post scriptum
No colóquio, na segunda comunicação da sessão de trabalho da manhã 
  • “Os impérios e os seus descontentes no entre-guerras”, Pedro Aires Oliveira (IHC-NOVA FCSH), 

Mas estas menções foram ocasionais e perfeitamente “laterais” num colóquio muito centrado no Triângulo_Berlim-Roma-Washington,_D.C. e nada centrado no Quadrilátero_Soio-Pemba-Maputo-Moçâmedes.
14:53_20-Nov-2019



Etiqueta principal: História.
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12 de novembro de 2019

Retornados

Lisboa, Cais de Alcântara 1975.
in
Testemunho de quem deixou Angola - Rede Angola - Notícias independentes sobre Angola


Será possível que, algum dia, os retornados voltem a ter (ou a receber uma compensação monetária) por tudo o que perderam no Ultramar?

Não.

Os Retornados foram, são os que ainda são vivos, Refugiados de Guerra, fugiram para não serem mortos aplicando o velho ditado Que vão os anéis, que fiquem os dedos.

Acresce que a grande maioria era gente modesta —funcionários públicos, artífices, pequenos agricultores, pequenos comerciantes— que nem perderam muito porque não tinham muito.

Quem realmente tinha muito, tipo Diamang e Gulf Oil em Angola, limitou-se a deixar de pagar em Lisboa, ao Governo de Marcelo Caetano, e começar a pagar em Luanda, ao Governo de Agostinho Neto.

Referências
  1. Blogue Bravos “Retornados”, Refugiados, Deslocados, Espoliados…
  2. Livro A Sombra do Imbondeiro - Estórias e Memórias de África
  3. Livro O Último Ano em Luanda
  4. Livro Mais um Dia de Vida
  5. Livro O Retorno
  6. Livro Homens de Pó
  7. Livro Os Retornados Mudaram Portugal


Quora pergunta

Quora respostas
  1. resposta de Álvaro Aragão Athayde, abaixo transcrita.
  2. resposta de Canis Pugnax.
  3. Os comentários de Álvaro Aragão Athayde à resposta de Canis Pugnax e as respostas deste último.



Etiqueta principal: Retornados.
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14 de abril de 2019

Triângulos no Atlântico

Anglofonia • Hispanofonia • Lusofonia •


VERMELHO
Países de língua inglesa (London, Pretoria, Washington).

AMARELO
Países de língua castelhana (Buenos Aires, Madrid, México).

VERDE
Países de língua portuguesa (Brasília, Lisboa, Maputo).


Parece ser claro que ao Triângulo Vermelho corresponde o Atlântico Setentrional, ao Triângulo Amarelo corresponde Atlântico Central e ao Triângulo Verde corresponde Atlântico Meridional.



Triângulo Amarelo e o Triângulo Verde não se sobrepõem quase nada.

• Hispanofonia • Lusofonia •



Os Triângulos Vermelho e Amarelo sobrepõem-se no Atlântico Centro-Ocidental e no Atlântico Central.

• Anglofonia • Hispanofonia •



Triângulo Vermelho e o Triângulo Verde sobrepõem-se na Costa Ocidental de África, particularmente, no Golfo da Guiné.

• Anglofonia • Lusofonia •



NOTA
Os lados dos triângulos são segmentos de recta que de alguma forma aproximam as geodésicas que ligam as cidades indicadas (como não dispunha de ferramentas cartográficas tive de recorrer a este processo rudimentar…)


Fontes


Observação: Primeira versão e pdf publicados, a 30 de Maio de 2013, no descriado Facebook Profile “Álvaro Aragão Athayde”.


Etiqueta principal: Geopolítica.
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20 de fevereiro de 2019

Centenário da Criação do Liceu Salvador Correia (ii)

PROGRAMA

Centenário da Criação Assinalado na UCCLA


Terá lugar no dia 23 de fevereiro, a Sessão Comemorativa do Centenário da Criação do Liceu Salvador Correia 1919 - 2019, a partir das 15 horas, no auditório da UCCLA, numa iniciativa da AAALSC-P (Associação dos Antigos Alunos do Liceu Salvador Correia - Portugal).

A sessão contará com a intervenção de antigos alunos do Liceu.

Programa


15:00
Dr. Vitor Ramalho
  • Mensagem de acolhimento e de boas vindas aos presentes
15:30
Eurico Neto
  • Breve descrição histórica da criação do Liceu
  • As três instalações onde funcionou
  • Os primeiros alunos e professores
  • Apresentação dos oradores
16:00
Manuel S. Fonseca
  • Evocação pessoalíssima e nostálgica;
  • Uma nostalgia pontuada a pequenas histórias e episódios;
  • Uma nostalgia plenamente consciente das contradições coloniais;
  • A beleza arquitectónica e a grandeza do todo com os campos, as barrocas nas traseiras, conferindo uma liberdade física enorme;
  • A biblioteca, a frequência mista de rapazes e raparigas;
  • A alegria do pensamento e da escrita: a descoberta do pensamento e do gosto pela filosofia e o gosto pela escrita nas aulas de literatura.

16:45Intervalo

17:15
Nicolau Santos
  • Evocação do Liceu Salvador Correia, através da declamação de três poemas de sua autoria: "Bilhete de Identidade"; "Salvador Correia"; "O meu país já não existe".
x
18:00
Justino Pinto de Andrade
  • Um sobrevoo ao processo de criação do ensino em Angola, destacando o papel dos Padres Jesuítas.
  • Destacar figuras históricas de Portugal na criação do ensino oficial em Angola, como, por exemplo, Inocêncio de Sousa Coutinho (correligionário do Marquês de Pombal que o envia para Angola como Governador) que funda o ensino técnico muito centrado na arte militar. Outros Governadores também nesta linha do ensino técnico de vertente militar. O papel de José Augusto Alves Roçadas na criação do Instituto Politécnico de Luanda (escola e ensino secundário). Chegado aí, entro na reivindicação da criação do Liceu de Luanda e o papel de Filomeno da Câmara.
  • A decisão da criação do Liceu Central de Luanda, por proposta de António Ferro.
  • Porquê Liceu Salvador Correia de Sá e Benevides?
  • Termino apresentando um resumo do perfil histórico de Salvador Correia de Sá, cujo nome foi dado ao nosso Querido Liceu.

19:00Encerramento da sessão, com os presentes a entoar o Hino dos Alunos do Liceu.




Morada
  • Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa 
  • Autocarros: 714, 727 e 751 - Altinho, e 728 e 729 - Belém 
  • Comboio: Estação de Belém 
  • Elétrico: 15E - Altinho 
  • Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

Fontes
  1. Centenário da criação do Liceu Salvador Correia assinalado na UCCLAUnião das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), 05 de Fevereiro de 2019.
  2. Mensagem de correio electrónico de um membro da direcção da AAALSC-P (Associação dos Antigos Alunos do Liceu Salvador Correia - Portugal) com o Programa.

Etiqueta principal: História.
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10 de novembro de 2018

Armistício, Colónias e República

.
Mapa do sul de Angola (simplificado) com indicação das ações ofensivas dos alemães em 1914·



Porque entrou Portugal na Guerra de 14?

Por causa das Colónias! Para defender as Colónias!!!

Por causa das Colónias?!

Porquê por causa das Colónias?!!!

Porque existia em Portugal a suspeita de que uma Paz Germano-Britânica poderia ser alcançada na base da cedência, pelos Britânicos, das Colónias Portuguesas à Alemanha.

E quem foram os grandes defensores da entrada Portugal na Guerra de 14?

Os Democráticos (Afonsistas), com especial destaque para Afonso Costa, Ministro das Finanças do 13.º Governo da Primeira República (15 de Março de 1916 a 25 de Abril de 1917) e Presidente do Ministério do 14.º Governo (25 de abril de 1917 a 10 de dezembro de 1917), e José Norton de Matos Ministro da Guerra desses dois governos. Os Democráticos (Afonsistas) eram Colonialistas, tal como o tinha sido o Partido Republicano Português (1876-1912) e o foram todos os outros partidos políticos da Primeira República Portuguesa.

Mas então… a ideia da Defesa Intransigente  das Colónias Portuguesas não foi uma ideia do Salazar?

Não, a ideia da Defesa Intransigente  das Colónias Portuguesas não foi uma ideia do Salazar, isso é Fake History, História Falsa, Revisionismo Histórico com Objectivos Políticos. 


Referências
  1. Portugal e a Primeira Guerra MundialPortugal 14-18
  2. Portugal na Primeira Guerra MundialWikipédia, a enciclopédia livre
  3. 13.º governo republicano (Portugal)Wikipédia, a enciclopédia livre
  4. Primeira República PortuguesaWikipédia, a enciclopédia livre
  5. Partidos e Grupos Políticos Republicanos na I República Portuguesa: uma visão geralVila Nova
  6. Partido Republicano Português [1876-1912] – Wikipédia, a enciclopédia livre
  7. Partido Democrático (Portugal) [1912-1926] – Wikipédia, a enciclopédia livre
  8. Partido Republicano Evolucionista [1912-1919] – Wikipédia, a enciclopédia livre
  9. Partido da União Republicanz [1912-1919] – Wikipédia, a enciclopédia livre. 
  10. Partido Nacional Republicano (Portugal) [1918-1923] – Wikipédia, a enciclopédia livre
  11. Partido Liberal Republicano [1919-1923] – Wikipédia, a enciclopédia livre
  12. Partido Republicano da Reconstituição Nacional [1920-1923] – Wikipédia, a enciclopédia livre
  13. Partido Republicano Nacionalista [1923-1926] – Wikipédia, a enciclopédia livre
  14. Revisionismo histórico (negacionismo)Wikipedia, la enciclopedia libre.
  15. Angola 1914-15Momentos de História: Projecto 100.
  16. A Primeira Guerra Mundial em ÁfricaEspaço da História.
  17. África 1914-1918. A Grande Guerra esquecidaPortugal e a I Guerra Mundial.
  18. O Batalhão de Marinha Expedicionário a Angola (1914) : Mossâmedes e LubangoNamibe já foi Mossamedes no antigamente….
  19. A Primeira Grande Guerra na África Portuguesa: Angola e Moçambique, 1914/1918Instituto de Defesa Nacional.
  20. A Grande Guerra em Angola: a expedição de Alves Roçadas e de Pereira D’Eça na estratégia intervencionistaLer História.

Origem da imagem
  • A Primeira Guerra Mundial em ÁfricaEspaço da História.


Etiqueta principal: História.
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