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6 de maio de 2021

Era uma vez um Grão-Duque

Aleksandr Mikhailovich. Nós, os Romanov. Alma dos Livros, 2021.



Esta obra de Aleksandr Mikhailovich – que se fosse português se chamaria Alexandre Miguéis, Alexandre filho de Miguel – é, simultaneamente, várias coisas:

  1. É a sua auto-biografia.
  2. É a sua descrição da agonia e morte da Rússia Imperial.
  3. É a sua descrição da participação da Rússia na Guerra Russo-Japonesa de 1904-1905.
  4. É a sua descrição da participação da Rússia na Guerra Germano-Russo de 1914-1917.
  5. É a sua descrição da Revolução de Fevereiro (de 23 de Fevereiro a 3 de Março de 1917, no calendário juliano, de 08 a 16 de Março de 1917, no calendário gregoriano), e na Revolução Branca (fase da Revolução Russa que ocorreu de Março a Novembro de 1917).
  6. É a sua descrição das hostilidades entre 15 de Março de 1917, data da abdicação de Nicolau II da Rússia, e a sua saída da Rússia a bordo do contratorpedeiro britânico H.M.S. Forsythe, a 11 de Dezembro de 1918.
  7. É a sua descrição da sua participação na Conferência de Paz de Paris (1919–1920), aberta a 18 de Janeiro de 1919.
  8. É a sua descrição da entrega da Rússia a Lenine e a Trótski pelos Estados Unidos da América, França, Inglaterra e Itália.
  9. É, finalmente, a sua referência à necessidade de uma revolução espiritual e à Religião do Amor.

Written 13 years after the execution of the Tsar and his family this is one of the best histories I've read of the end of Imperial Russia.
Traduzindo Escrita 13 anos após a execução do Czar e da sua família, esta é uma das melhores histórias que li sobre o fim da Rússia Imperial.
This is the second time I’ve read the memoirs of GD Sandro, the first time through the collected works. Of all the GDs, Sandro remains the most accessible due to his writings. Whatever one thinks of the man, there is great value in these memoirs. I don’t quibble with the so-called and over-rated “truth”. This is clearly the “truth” as GD Sandro believed or wanted to believe which in itself is illuminating.
Traduzindo Esta é a segunda vez que leio as memórias do GD Sandro, a primeira vez nas Obras Coletadas. De todos os GDs, Sandro continua sendo o mais acessível devido aos seus escritos. O que quer que se pense do homem, há grande valor nestas memórias. Eu não questiono a assim chamada e tão superestimada “verdade”. Esta é claramente a “verdade” na qual o GD Sandro acreditava, ou queria acreditar, o que é, por si só, esclarecedor.

Em minha opinião esta obra é de leitura obrigatória para quem queira compreender a Guerra dos Impérios (1914-1945), a subsequente Guerra Fria (1945-1991), o actual conflito entre os Impérios Ocidentais, encabeçados pelo Reino Unido e pelos Estados Unidos, e os Impérios Orientais, encabeçados pela Rússia e pela China.

E é-o tanto mais porque não é crível que os actuais dirigentes da Federação Russa a não conheçam e a não tenham lido e meditado… há muito tempo.


25 de abril de 2021

Liberdade, Liberdade

O abandono da Liberdade



Liberdade, Liberdade, 
Quem a tem chama-lhe sua, 
Já não tenho Liberdade, 
Nem de pôr o pé na rua.




O que mais me irrita é ouvir os Fascistas, os Social-Fascistas, os Ladrões, os Homicidas, os Saqueadores, os Genocidas, aos gritos de Liberdade! Liberdade!






Etiqueta principal: 25 de Abril.

18 de abril de 2021

Vai Maria vai, vai com as outras tomar a vacina!


Uma manada de herbívoros selvagens segue as trilhas ancestrais.

Os adultos percorrem os caminhos que aprenderam a percorrer quando eram jovens. Os jovens, que seguem na manada com os adultos, aprendem a percorrer os caminhos que percorrerão quando forem adultos.

Uma manada de herbívoros domesticados é conduzida pelos pastores.



Os Homo sapiens sapiens, a espécie humana, a nossa espécie, é uma espécie social que umas vezes se comporta como as manadas de herbívoros selvagens, outras como as manada de herbívoros domesticados, outras ainda como as alcateias de lobos, ou as matilhas de cães.







Etiqueta Principal: Fascismo Pós-Moderno.

6 de abril de 2021

Totalitarismo Sanitário?

Totalitarismo Sanitário?


Primeiro a transcrição de um artigo de Joana, a louca com juízo, depois um comentário sobre a Implantação do Totalitarismo Sanitário em Portugal.




Os monstros das bolachas

Por Joana Amaral Dias no Diário de Notícias às 00:14 de 04 de Abril de 2021.

Uma das consequências desta gestão da covid tingida pelo medo foi passarmos de um Estado de direito para um Estado policial prenhe de leis estúpidas e arbitrárias, que escancararam os portões para um abuso de poder que oprime e intimida.

Faz sentido, por exemplo, que não se possa caminhar sozinho na praia enquanto temos lojas de ferragens ou bricolage e supermercados a abarrotar de gente? Tem lógica vedar jardins públicos ou impedir desporto ao ar livre quando reforçar o sistema imunitário e ter baixo peso é essencial no combate a esta doença? Certo é que são cada vez mais comuns os teatros do absurdo, os relatos distópicos de pessoas autuadas por comerem gomas ou bolachas na rua, por almoçarem sós dentro do carro ou de cidadãos presos com teste PCR negativo, como no já famoso caso da advogada detida (ainda que com alta clínica) porque passou pelo escritório para levantar uns processos e trabalhar em casa. Já agora, se, por exemplo, compramos um pão ao postigo mas não o podemos comer à porta do estabelecimento, nem na rua, nem no carro... onde será que podemos "ingerir o alimento", para usar a terminologia da PSP? Podemos comer!? Acrescente-se a obrigatoriedade de apresentar um comprovativo de morada para quem for à rua praticar exercício ou passear o cão, ou some-se a cobrança imediata das coimas (com a chantagem de quem não liquidar na hora ter de mais tarde pagar as custas processuais - atacando o direito à impugnação), entre outras aleivosias, e o fascismo sanitário está montado.

O estado de emergência, como o próprio nome indica, não pode ser banalizado, não suspende a Constituição e tem que respeitar a proporcionalidade. Mais de um ano depois de excepções continuamente decretadas, estas multas de 200 a mil euros por infracções ridículas, num país com um salário mínimo de pouco mais de 600 euros, estupram qualquer uma dessas três prerrogativas. De resto, pode mesmo haver litigância não apenas contra o Estado que impõe este totalitarismo, como queixa do agente que age com prepotência, considerando que o acto é cometido a título doloso, distorcendo o espírito da lei, ignorando que em causa está reduzir a disseminação do vírus.

Além do mais, em saúde, como muitos estudos indicam, punir com coimas tem eficácia muito reduzida e raramente constitui motivação para mudar ou aderir a um comportamento. Aliás, pode até mesmo ser contraproducente, originando posturas defensivas e desafiantes. As coimas intimidam, geram gordas receitas, mas são estratégia que apenas residualmente promove as atitudes desejadas.

Eis o "novo normal", inaugurado com o 11 de Setembro: a troca de liberdade por segurança, um perigoso marcador do século XXI caracterizado por medo, desconfiança, delação, coacção, perseguição. Tudo o que devíamos rejeitar numa civilização. De resto, qualquer pessoa devia perceber que se agora acontece aos comedores de bolachas ou às idosas que vão à padaria, amanhã sucede-lhe a si próprio. É verdade que o medo da morte, a pobreza, a habituação através da dose "de 15 em 15 dias", mesmerizaram e anestesiaram a sociedade, criando uma certa indiferença a este Estado autoritário e repressor no qual ninguém votou. Mas, mesmo assim, não estará a ser fácil demais levarem-nos os nossos direitos, tão simples como tirar um doce a uma criança? Ou será uma goma?

Psicóloga clínica. Escreve de acordo com a antiga ortografia.




JAD - Joana Amaral Dias
MS - Mário Soares
FSC - Francisco Sá Carneiro
AC - António Costa
RR - Rui Rio
JS - Jerónimo de Sousa
FL - Francisco Louçã


Implantação do Totalitarismo Sanitário em Portugal

Mas que se passa?

Então Joana Amaral Dias não é "de esquerda"?

Passa-se o que o Diagrama de Nolan etiquetado acima mostra:

Joana Amaral Dias, que é Libertária e Psicóloga Clínica, apercebendo-se que as pessoas estão a ser manipuladas pelo Governo e pelos Meios de Comunicação Social ao serviço dos Estatistas António Costa, Rui Rio, Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã, passou-se dos carretos e resolveu intervir.




Fontes







Etiqueta Principal: Fascismo Pós-Moderno.

28 de março de 2021

Mentiras e Verdades


É mais fácil enganar as pessoas do que desenganá-las.

Porquê?

Saber não sei, mas suspeito.

Suspeito, estou mesmo praticamente certo, que ter de reconhecer que fomos enganado é desagradável, desagradabilíssimo, por vezes traumatizante.

Os exemplos clássicos são dois:

  1. O do cônjuge enganado.
  2. O do conto do vigário.

Ter de reconhecer que fomos enganados afecta imenso a boa imagem que gostamos de ter dos outros e de nós próprios, o que nos leva a evitar reconhecê-lo, mesmo quando o engano é por demais evidente.

Na prática acabamos por não ter remédio senão reconhecê-lo se, e quando, os prejuízos que o engano nos causa atingem níveis inaceitáveis. Níveis inaceitáveis em termos materiais, em termos morais (ou espirituais), ou em ambos os termos. Até lá estamos em negação: Não! Não acredito!




Terraplanistas são eles

A “ciência” viu-se apropriada por devotos da virologia de veterinários, da fancaria das TVs e da hipocondria do inquilino de Belém. Isto é, por místicos que não fazem a mínima ideia do que é a ciência.

Por Alberto Gonçalves no Observador às 00:09 de 27 de  Março de 2021.

Antes da Covid, o “argumento” mais revelador da falta de argumentos e de neurónios de quem o utilizava era o da Rennie. Quando alguém confrontava um palerma com alguma coisa que lhe desagradasse, o palerma respondia imediatamente: “Toma Rennie que isso passa”, e a seguir retirava-se triunfante e seguro de que ganhara o debate. Num país cujo serviço de saúde não colapsasse à primeira oportunidade, o palerma ganharia a avaliação de uma junta de psiquiatras, mas esse é outro ponto. Aqui, o ponto é o recuso ao refluxo gástrico, vulgo azia, para encerrar uma discussão. Às vezes, o Kompensan substituía a Rennie, embora não houvesse massa encefálica que substituísse o ar morno na caixa craniana dessa gente. Bons tempos.

Em tempos de Covid, e contra todas as expectativas, o nível da “argumentação” conseguiu baixar. Hoje, a turba indistinta do “fique em casa”, do “confinamento” eterno e das máscaras permanentes é tão desprovida de razão que faz o pessoal da Rennie parecer sofisticado por comparação. O caso é particularmente irónico na medida em que, no lugar dos antiácidos, a nova estirpe de magos da retórica invoca a ciência. Ou melhor, aquilo que julga ser ciência, na verdade umas curvas estatísticas apresentadas em reuniões no Infarmed por matemáticos e veterinários desejosos de agradar ao governo. Não importa que as curvas sejam inúteis a descrever o presente e desastrosas a prever o futuro. Não importa que ninguém perceba a sensatez de trucidar uma economia débil a partir de curvas mal amanhadas. E não importa que as curvas se limitem a confirmar as conclusões previamente tomadas pelo dr. Costa e pelo prof. Marcelo: manter os cidadãos em clausura parcial, rebentar com a iniciativa privada e produzir mais dependência face ao Estado e às quadrilhas que o controlam. Importa que, na cabeça dos tontos, as curvas e as desumanas restrições que delas “decorrem” são “ciência”. E importa sobretudo que, armados com solenidade “científica”, os tontos se sentem habilitados a insultar e perseguir quem deles discorda.

Quem sugerir que o estado de emergência não é adequado para lidar com uma doença que quase só afecta gravemente velhos é “negacionista”. Quem lembrar que teria sido decente proteger os velhos, em alternativa a prender a população em peso, é “terraplanista”. Quem notar que a evolução da Covid  não depende exclusivamente de “confinamentos” e regras abstrusas é “medieval”. Quem inventariar os países e as regiões em que a falta de “confinamento” e de regras abstrusas coabita com o decréscimo nos infectados e nos mortos é “conspiracionista”. Quem insiste em conviver com familiares e amigos é “bolsonarista”. Quem repara que o Brasil tem menos mortos “com” ou “de” Covid do que Portugal é “primitivo”. Quem não respeita as normas decretadas por governantes que não se dão ao respeito – nem respeitam as próprias normas – é “fascista”. Quem questiona a prepotência é “nazi”. Quem não sai de casa sem se disfarçar de iraniana ou assaltante de bancos é “anti-social”. Quem não reduz a vastidão do universo a um vírus é “inconsciente”. Quem recorda que a existência implica sempre riscos é “criminoso”. Quem previne que esta demência colectiva terá consequências muito feias para todos, excepto para os irresponsáveis que a provocaram, é “assassino” e indigno de merecer o proverbial ventilador no dia em que precisar de um.

Estamos nisto. É, literalmente, o mundo ao contrário. De repente, a “ciência” viu-se apropriada por devotos da virologia de veterinários, da fancaria dos telejornais e da hipocondria do inquilino de Belém. Ou seja, por místicos que não fazem a mínima ideia do que é a ciência. Boa parte destes “cientistas” instantâneos até se diz de esquerda, o que os coloca logo no mesmo campeonato da credibilidade de astrólogos, cartomantes, homeopatas e cultores do Feng Shui. Muitos não sabem ler uma tabela estatística. Muitos são incapazes de alinhavar uma frase sem dois erros ortográficos e três de sintaxe. Muitos julgam que Steinmetz é um defesa do Dortmund. Mas nenhum abdica de uma ideia infantil acerca do que é ciência para fundamentar o seu dogmatismo.

Em circunstâncias normais, não custaria deixar os fanáticos a berrar sozinhos e assistir de bancada ao espectáculo. Afinal, há certa graça em ver em acção as principais características do método científico: a intolerância, a fúria e a vontade de enfiar blasfemos na cadeia ou na fogueira. A chatice é que as circunstâncias não são normais, e estes adeptos do pensamento mágico (sem a parte do pensamento) não contam apenas com a força da cegueira, que já é bastante. Para azar dos que prezam a civilização, os fanáticos contam com a força literal, a dos senhores que legislam alucinações e a da polícia que as executa. A boçalidade, enfim, tomou por completo o poder, através dos que o ocupam e através dos que os apoiam. Salvo milagre, os factos estão condenados a subjugar-se a indivíduos que enchem a boca com ciência como antes a enchiam com liberdade, embora desconheçam a primeira e detestem a segunda. Terraplanistas, negacionistas e primitivos são eles.

Original e comentários aqui.

Os comentários podem ser lidos pelos não assinantes e é extremamente instrutivo lê-los.










Etiqueta PrincipalGuerra Cultural.

27 de março de 2021

Rotativismo Democrático

 

Partido Socialista (PS) à esquerda, Partido Social-Democrata (PSD) à direita.



Prós e Contras com Arnaldo Matos - Parte 1


Prós e Contras com Arnaldo Matos - Parte 2



Passar do PS para o PSD é como passar do pé esquerdo para o pé direito.

Passar do PSD para o PS é como passar do pé direito para o pé esquerdo.


E as mãos?

As mãos? Uma lava a outra!


Uma lava a outra e ambas lavam a cara.


Perdão!

Ambas lavam as caras.


Será que não existe na política senão este corpo com duas caras?


Existem outros corpos sim.

Arnaldo de Matos e Adriano Moreira demonstram-no cabalmente.


Existem ainda mais corpos, e outros mais podem ser inventados, nada obriga os portugueses a sujeitarem-se ao corpo com uma cabeça de duas caras.










Etiqueta Principal: Rotativismo Democrático.

21 de março de 2021

Assobia para o lado



assobia para o lado


Saúde e dinheiro para gastos, tesão

Pouco mais importa como brinda o meu amigo João

Com esse brinde eu começo uma canção

Que não prescinde uma certa reflexão


Em menos de nada, a gente já foi boy

Tenta ser o Winnie em vez de quereres ser o cowboy

Escolhe bem as tuas guerras, o que não te mada moi

Ambição é boa, mas quando cega, destrói (No doubt)


Quem te fala não sabe nada, mas vai a meio do caminho

Não vale a pena fazê-lo sozinho

De que serve a jornada se não partilhas a chegada

Bem regada com o teu vizinho


Ouve o meu conselho, se tiveres pra aí virado

Verdadeiro sucesso é amar e ser amado

Se disserem o contrário não fiques preocupado

Nã, assobia para o lado


Assobia para o lado

Assobia para o lado

Assobia para o lado


Eu só quero tar tranquilo, rodeado de algumas coisas

Que preciso para ter a minha paz

Pra quê andar atrás daquilo que não controlo

Quando na verdade o essêncial satisfaz


A maioria não está necessáriamente certa

Questiona o que te dizem, mantém-te alerta

Não tenhas medo arriscar a vida é uma oferta

Mas essa porta, não fica para sempre aberta


Não percas muito tempo a pensar no que vão dizer

Por aí, na dúvida sorri

Respeita a vontade que pulsa dentro de ti

Para viveres em pleno a passagem por aqui


Ouve o meu conselho se tiveres pra aí virado

Não precisas de luz pra te sentires realizado

Se disserem o contrário não fiques preocupado

Nã, nã, assobia para o lado


Assobia para o lado

Assobia para o lado

Assobia para o lado


Ma' nada

Assobia para o lado


Assobia para o lado

Assobia para o lado


Há sempre um mano enjoado

No caminho pra'o trabalho

No trânsito parado

Aquele tipo mal educado

Que nunca sorri ou responde

Quando é cumprimentado

Esquece!

Não te rales muito bro

Preocupa-te com aquilo

Que é realmente importante

Quanto ao resto, sabes...

Assobia para o lado

Assobia para o lado




Há nos confins da Ibéria um povo





Fontes
  1. O Tuga e o Confinamento. Old Boys Network. WhatsApp Image 2021-03-16 at 21.21.56.
  2. Carlão - Assobia Para O LadoCarlão Oficial. YouTube. 13/03/2020. 
  3. Letras - Carlão - Assobia para o Lado. Musixmatch. 16 de março de 2021.
  4. Caixa “Toma”. MRBP.CER.0375© Museu Bordalo Pinheiro, Lisboa. Sem data.
  5. Há nos confins da Ibéria um povo… Citador. Sem data.






Etiqueta PrincipalGuerra Cultural.