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22 de fevereiro de 2021

“Quinta dos Animais” ou “O Triunfo dos Porcos”

 


Li esta obra há muitos anos, há tantos anos que já nem sei, e não é que ao voltar a ser autorizada a venda de livros pelo nosso governo tive a grata surpresa de verificar que a Porto Editora a tinha reeditado em Janeiro de 2021?

Comprei-a como é evidente, até porque o exemplar que tinha lido também estava perdido há muitos anos, há tantos anos que também já nem sei.

Comprei-a, relia-a e recomendo vivamente a sua leitura, a todos. A Todos!

A Civis, Militares e Religiosos.

A Brancos, Pretos, Amarelos, Vermelhos e Riscados

A Esquerdistas, Direitistas, Centristas, Conservadores e Progressistas.

A Monárquicos, Republicanos, Católicos, Maçons, Democratas, Socialistas, Comunistas, Anarco-Sindicalistas, Nacional-Sindicalistas e etc. por aí fora.

Lede. Lede a fábula da Quinta dos Animais. Lede!







Etiqueta principal: Fascismo Pós-Moderno.

24 de janeiro de 2021

O Rapaz da Camisola Verde











O Rapaz da Camisola Verde
De mãos nos bolso e de olhar distante,
Jeito de marinheiro ou de soldado,
Era um rapaz de camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Perguntei-lhe quem era e ele me disse
“Sou do monte, Senhor, e um seu criado”.
Pobre rapaz de camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Porque me assaltam turvos pensamentos?
Na minha frente estava um condenado.
Vai-te, rapaz da camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Ouvindo-me, quedou-se o bravo moço,
Indiferente à raiva do meu brado,
E ali ficou de camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Soube depois ali que se perdera
Esse que só eu pudera ter salvado.
Ai do rapaz da camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Ai do rapaz da camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
in






Etiqueta principal: Trovadorismo.

23 de setembro de 2020

Castelhanos e Portugueses


 

Os Castelhanos são Quixotes

Investem contra os gigantes e contra os moinhos, que não distinguem lá muito bem uns dos outros.


Os Portugueses são Panças

Deitam-se à sombra dos moinhos esperando que os gigantes também se deitem para, com pouco esforço, os decapitarem.



Imagem em




Etiqueta principal: Natureza dos Povos.

10 de novembro de 2019

Ariano Suassuna


A CHEGADA DE ARIANO SUASSUNA NO CÉU

poema
A Chegada de Ariano Suassuna ao Céu
de
Klévisson Viana e Bule-Bule

declamado
por
Rolando Boldrin


Nos palcos do firmamento
Jesus concebeu um plano
De montar um espetáculo
Para Deus Pai Soberano
E, ao lembrar de um dramaturgo,
Mandou buscar Ariano.

Jesus mandou-lhe um convite,
Mas Ariano não leu.
Estava noutro idioma,
Ele num canto esqueceu,
Nem sequer observou
Quem foi que lhe escreveu.

Depois de um tempo, mandou
Uma segunda missiva.
A secretária do artista
Logo a dita carta arquiva,
Dizendo: — Viagem longa
A meu mestre não cativa.

Jesus sem ter a resposta
Disse torcendo o bigode:
— Eu vejo que Suassuna
É teimoso igual a um bode.
Não pode, mas ele pensa
Que é soberano e pode!

Jesus, já perdendo a calma,
Apelou pra outro suporte.
Para cumprir a missão,
Autorizou Dona Morte:
— Vá buscar o escritor,
Mas vê se não erra o corte!

A morte veio ao País
Como turista estrangeiro,
Achando que o Brasil
Era só Rio de Janeiro.
No rastro de Suassuna,
Sobrou pra Ubaldo Ribeiro.

Porém, antes de encontrá-lo,
Sofreu um constrangimento
Passando em Copacabana,
Um malfazejo elemento
Assaltou ela levando
Sua foice e documento.

A morte ficou sem rumo
E murmurou dessa vez:
— Pra não perder a viagem
Vou vender meu picinez
Para comprar outra foice
Na loja de algum chinês.

Por um e noventa e nove
A dita foice comprou.
Passando a mão pelo aço,
Viu que ela enferrujou
E disse: — Vai essa mesma,
Pois comprar outra eu não vou!

A morte saiu bolando,
Sem direção e sem tino,
Perguntando a um e a outro
Pelo escritor nordestino,
Obteve informação,
Gratificando um menino.

Ao encontrar João Ubaldo,
Viu naufragar o seu plano,
Se lembrando da imagem
Disse: — Aqui há um engano.
Perguntou para João
Onde é que estava Ariano.

Nessa hora João Ubaldo,
Quase ficando maluco,
Tomou um susto arretado,
Quando ali tocou um cuco,
Mas, gaguejando, falou:
—Ele mora em Pernambuco!

A morte disse: — Danou-se
Dinheiro não tenho mais
Para viajar tão longe,
Mas Ariano é sagaz.
Escapou mais uma vez,
Vai você mesmo, rapaz!

Quando chegou lá no Céu
Com o escritor baiano,
Cristo lhe deu uma bronca:
— Já foi baldado o meu plano.
Pedi um da Paraíba
E você trouxe um baiano.

João Ubaldo é talentoso,
Porém não escreve tudo.
“Viva o Povo Brasileiro”
É sua obra de estudo,
Mas quero peça de humor,
Que o Céu tá muito sisudo.

Foi consultar os arquivos
Pra ressuscitar João,
Mas achou desnecessário,
Pois já era ocasião
Pra ele vir prestar contas
Ali na Santa Mansão.

Jesus olhou para a Morte
E disse assim: — Serafina,
Vejo não és mais a mesma.
Tu já foste mais malina,
Tá com pena ou tá com medo,
Responda logo, menina?!

— Jesus, eu vou lhe falar
Que preciso de dinheiro.
Ariano mora bem
No Nordeste brasileiro.
Disse o Cristo: —Tenho pressa,
Passe lá no financeiro!

— Só faço que é pra o Senhor.
Pra outro, juro não ia.
Ele que se conformasse
Com o escritor da Bahia.
Se dependesse de mim,
Ariano não morria.

A morte na internet
Comprou passagem barata.
Quase morria de susto
Naquela viagem ingrata.
De vez em quando dizia:
— Eita que viagem chata!

Uma aeromoça lhe trouxe
Duas barras de cereais.
Diz ela: — Estou de regime.
Por favor, não traga mais,
Porque se vier eu como,
Meu apetite é voraz!

Quando chegou no Recife,
Ficou ela de plantão
Na porta de Ariano
Com sua foice na mão,
Resmungando: — Qualquer hora
Ele cai no alçapão!

A morte colonizada,
Pensando em lhe agradar,
Uma faixa com uma frase
Ela mandou preparar,
Dizendo: “Welcome Ariano”,
Mas ele não quis entrar.

Vendo a tal faixa, Ariano
Ficou muito revoltado.
Começou a passar mal,
Pediu pra ser internado
E a morte foi lhe seguindo
Para ver o resultado.

Eu não sei se Ariano
Morreu de raiva ou de medo.
Que era contra estrangeirismos,
Isso nunca foi segredo.
Certo é que a morte o matou
Sem lhe tocar com um dedo.

Chegou no Céu Ariano,
Tava a porta escancarada.
São Pedro quando o avistou
Resmungando na calçada,
Correu logo pra o portão,
Louvando a sua chegada.

Um anjinho de recado
Foi chamar o Soberano,
Dizendo: – O Senhor agora
Vai concretizar seu plano.
São Pedro mandou dizer
Que aqui chegou Ariano.

Jesus saiu apressado,
Apertando o nó da manta
E disse assim: — Vou lembrar
Dessa data como santa
Que a arte de Ariano
Em toda parte ela encanta.

São Pedro lá no portão
Recebeu bem Ariano,
Que chegou meio areado,
Meio confuso e sem plano.
Ao perceber que morreu,
Se valeu do Soberano.

Com um chapelão de palha
Chegou Ascenso Ferreira,
O grande Câmara Cascudo,
Zé Pacheco e Zé Limeira.
João Firmino Cabral
Veio engrossar a fileira.

E o próprio João Ubaldo
(Que foi pra lá por engano)
Veio de braços abertos
Para abraçar Ariano.
E esse falou: – Ubaldo,
Morrer não tava em meu plano!

Logo chegou Jorge Amado
E o ator Paulo Goulart.
Veio também Chico Anysio
Que começou a contar
Uma anedota engraçada
Descontraindo o lugar.



Me dê Sua Tristeza, Que lhe Dou Minha Alegria
em
Homenagem a Ariano Suassuna

no
Canal de TV da Universidade de Brasília
em
Julho de 2014








Fontes
  1. “A Chegada de Ariano Suassuna no Céu”, poema declamado por Rolando Boldrin”. Pensar Contemporâneo. Sem data de publicação. Recuperado a 09 de Novembro de 2019, às 19.16.
  2. "Poema “A Chegada de Suassuna no Céu” recitado por Rolando Boldrin". Sr. Brasil. YouTube. Publicado a 06 de Março de 2016. Recuperado a 09 de Novembro de 2019.
  3. Especial: Homenagem a Ariano Suassuna”. UnBTV. YouTube. Publicado a 24 de Julho de 2014. Recuperado a 09 de Novembro de 2019.
  4. Ariano Suassuna”. Wikipédia, a enciclopédia livre. Esta página foi editada pela última vez às 20h53min de 27 de julho de 2019. Esta página foi editada pela última vez às 20h5omin de 11 de outubro de 2019.
  5. Romance da Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-volta”. Amazon Brazil. Sem data de publicação. Recuperado a 09 de Novembro de 2019, às 20:57.



Etiqueta principal: Cultura Brasileira.
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5 de fevereiro de 2019

Foi por ela — Fausto Bordalo Dias


Virjão morrendo de sede e vendo água… não é água?!






Fausto Bordalo Dias


Foi por ela que amanhã me vou embora
ontem mesmo hoje e sempre ainda agora 
sempre o mesmo em frente ao mar também me cansa 
diz Madrid, Paris, Bruxelas quem me alcança 

Em Lisboa fica o Tejo a ver navios 
dos rossios de guitarras à janela
foi por ela que eu já danço a valsa em pontas 
que eu passei das minhas contas foi por ela 

Foi por ela que eu me enfeito de agasalhos 
em vez daquela manga curta colorida 
se vais sair minha nação dos cabeçalhos 
ainda a tiritar de frio acometida 

Mas o calor que era dantes também farta 
e esvai-se o tropical sentido na lapela 
foi por ela que eu vesti fato e gravata 
que o sol até nem me faz falta foi por ela 

Foi por ela que eu passo coisas graves 
e passei passando as passas dos Algarves 
com tanto santo milagreiro todo o ano 
foi por milagre que eu até nasci profano 

E venho assim como um tritão subindo os rios 
que dão forma como um Deus ao rosto dela 
foi por ela que eu deixei de ser quem era 
sem saber o que me espera foi por ela


Fontes
  1. "Miragem", Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo. Publicado 28 de Dezembro de 2017, às 12:42. Recuperado a 05 de Fevereiro de 2019, às 13:01.
  2. Couple Coffee Official Video “Foi por Ela” do álbum “Fausto Food”“, YouTube. Publicado a 16 de Maio de 2018. Recuperado a 05 de Fevereiro de 2019, às 13:11.
  3. Foi Por Ela”, Fausto Bordalo Dias - Acordes e Letras. Publicado a 14 de Maio de 2007. Recuperado a 05 de Fevereiro de 2019, às 13:26.
Referências
  • Fausto Bordalo Dias”, Wikipédia, a enciclopédia livre. Publicado 12 de Novembro de 2018, às 12:42. Recuperado a 05 de Fevereiro de 2019, às 17:29.

Etiqueta principal: Política.
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28 de janeiro de 2019

Poema da Malta das Naus

Representação Namban de uma Carraca portuguesa.






António Gedeão

Lancei ao mar um madeiro,
espetei-lhe um pau e um lençol.
Com palpite marinheiro
medi a altura do sol.

Deu-me o vento de feição,
levou-me ao cabo do mundo.
Pelote de vagabundo,
rebotalho de gibão.

Dormi no dorso das vagas,
pasmei na orla das praias,
arreneguei, roguei pragas,
mordi peloiros e zagaias.

Chamusquei o pêlo hirsuto,
tive o corpo em chagas vivas,
estalaram-me as gengivas,
apodreci de escorbuto.

Com a mão direita benzi-me,
com a direita esganei.
Mil vezes no chão, bati-me,
outras mil me levantei.

Meu riso de dentes podres
ecoou nas sete partidas.
Fundei cidades e vidas,
rompi as arcas e os odres.

Tremi no escuro da selva,
alambique de suores.
Estendi na areia e na relva
mulheres de todas as cores.

Moldei as chaves do mundo
a que outros chamaram seu,
mas quem mergulhou no fundo
do sonho, esse, fui eu.

O meu sabor é diferente.
Provo-me e saibo-me a sal.
Não se nasce impunemente
nas praias de Portugal.

"Poema da malta das naus" em Teatro do Mundo, 1958.




Fontes
  1. "Poema da Malta das Naus", no YouTube.
  2. "Poema da malta das naus", em Centro de Investigação para Tecnologias Interactivas (CITI) da FCSH/UNL
  3. "Arte Nanban", na Wikipédia.


Referências
  1. "Visita Guiada aos Biombos Namban (Japão) , no Museu Nacional de Arte Antiga , em Lisboa - Portugal", no YouTube.
  2. "A História dentro dos Biombos Namban", em Museu Nacional de Soares dos Reis.
  3. "Biombos de Namban", em Flanagens.


Etiqueta principal: História.
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11 de dezembro de 2018

Um curioso livro



Um curioso livro …
… que sobrepõe as crises de Portugal nos séculos XVI-XVII e XX-XXI.

A imprensa foi uma criação do demo. Agora todos se arrogam o poder de copiar e propagar a sua palavra. Cada vexado, cada poeta, cada infiel! É uma ameaço à ordem d’el rei e da Santa Madre Igreja.

A internet foi uma criação do demo. Agora todos se arrogam o poder de copiar e propagar a sua palavra. Cada vexado, cada poeta, cada infiel! É uma ameaço á ordem do governo e da União Europeia.

A imprensa, ou a internet, como criações do demo. A incompetência, materialismo e oportunismo dos governantes. O peso opressivo de um pensamento dominante autista. A institucionalização da vigilância, e da punição, do pensamento não conforme com o pensamento dominante. Tudo isso é claramente reconhecível. Tudo isso e muito mais.

“Tu, que sabes dos meus fados, dizes que eu… morro com a Pátria?

Poderia ter acontecido, mas não aconteceu.

A Pátria refundou-se, e já por duas vezes!



Origem do texto

Origem das figuras

Referências


Etiqueta principal: Política.
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19 de outubro de 2018

Entre Anégia e Córdova no século X

A Escrava de Córdova

A Escrava de Córdova

de
Alberto S. Santos


prefácio
de
José Rodrigues dos Santos



A acção decorre entre
  • 976data dos nascimentos de Ouroana em Anégia e de Abdus em Córdova, 
  • 1002data do nascimento da filha de ambos em Anégia, 
e o romance pode ser lido como uma metáfora do Nascimento da Alma de Portugal.

Ouroana era filha de Múnio Viegas de Riba-Douro, o Gasco, e de Valida Trutesendes, filha de Trutesendo Guedes, fundador do Mosteiro de Paço de Sousa.

Abdus era filho de ‘Isà ibn Sa’id al-Yahsubi al-ahass, secretário, de Muhammad Ibn Abi Amir, também conhecido por Abiamir, ou por Almançor.

O ano de 976 foi também o do falecimento de do Califa de Córdova Al-Hakam II, da entronização do seu filho, então com dez anos, Al-Hisham II e da tomada do poder por Almançor.

O ano de 1002 foi também o da última campanha de Almançor e o do seu falecimento na Batalha (mítica ou real) de Calatañazor.

Vivilde, a sábia criada-parteira de Valida, personifica a Tradição Ofiúsica e Helénica, Rosendo Guterres, o santo Abade do Mosteiro de Celanova, Ourense, personifica a Tradição Cristã Hispânica, Ben Jacob, o alegre almocreve judeu, personifica a Tradição Sefardita, Ibn Darrâj al-Qastalli, o poeta sufi, personifica a Tradição Islâmica Hispânica, Ermígio, o guardião-viajante, personifica o Zé Povinho, também personificado por Álvaro, o Pedreiro, salteador, canteiro, escultor e mestre-de-obras.

Campanhas militares de Almançor.
A verde escuro os territórios por ele fustigados.
O mapa mostra as principais razias de Almançor e os anos em que elas ocorreram.


A ambição, impiedade e soberba de Almançor foram fatais ao Al-Andalus. Atacando os Santuários, uniu os Cristãos, substituindo-se ao Califa, dividiu os Maometanos.

Faleceu em 1002 e a guerra civil, a Fitna do al-Andalus começou sete anos depois, em 1009, e durou 22 anos, até 1031, data em que o Califado foi definitivamente abolido.

Seguiu-se, de 1031 a 1085, o Período das Primeiras Taifas, ou Reinos de Partido, período durante o qual no Garb al-Andalus, no Ocidente das Hespanhas, se foram criando as condições que deram origem ao Reino de Portugal.


Nota
A ideia de que a Jiade, ou Jihad (em Árabe: جهاد‎; transliteração: jihād) que significa “esforço” ou “luta”, especialmente tendo em vista um objetivo louvável, consiste fundamentalmente em fazer a Guerra aos Não-Maometanos em geral, aos Cristãos em particular, é uma ideia errada.


Referências
01. A Escrava de Córdova by Alberto S. Santos • Goodreads
02. Alberto S. Santos  Wikipédia, a enciclopédia livre
03. José Rodrigues dos Santos  Wikipédia, a enciclopédia livre
04. Anégia  Wikipédia, a enciclopédia livre
05. Córdova (Espanha)  Wikipédia, a enciclopédia livre
06. Monio Viegas I de Ribadouro  Wikipédia, a enciclopédia livre
07. Casa de Riba Douro  Wikipédia, a enciclopédia livre
08. Trocosendo Guedes  Wikipédia, a enciclopédia livre
09. Casa de Baião  Wikipédia, a enciclopédia livre
10. Mosteiro de Paço de Sousa  Wikipédia, a enciclopédia livre
11. Almançor  Wikipédia, a enciclopédia livre
12. Aláqueme II  Wikipédia, a enciclopédia livre
13. Hixem II  Wikipédia, a enciclopédia livre
14. Batalha de Calatañazor  Wikipédia, a enciclopédia livre
15. Rosendo Guterres, o santo, e Ibn Darrâj al-Qastalli, o poeta, são históricos
16. Al-Andalus  Wikipédia, a enciclopédia livre
17. Guerra civil do al-Andalus  Wikipédia, a enciclopédia livre
18. Primeiros Reinos de Taifas  Wikipédia, a enciclopédia livre
19. Desunião em al-Andalus: O Período das Taifas  Iqara Islam
20. Shilb (Silves) no período islâmico – a “Bagdad do Ocidente”  Natália Maria Lopes Nunes
21. Cronologia do Gharb Al-Andalus  Histórias de Portugal em Marrocos
22. O que é Jihad ou Guerra Santa?  Iqara Islam



Origem das imagens
1. A Escrava de Córdova, Alberto S. Santos  Porto Editora
2. File:Map Almanzor campaigns-pt.svg  Wikimedia Commons

Etiqueta principal: Portugal.